quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

AMESE OFICIA MINISTÉRIO PÚBLICO SOLICITANDO QUE A URGÊNCIA DO IPESAÚDE ATENDA A TODOS OS BENEFICIÁRIOS, SEM DISTINÇÃO

Na manhã do dia 09 de janeiro, a ASSOCIAÇÃO DOS MILITARES DO ESTADO DE SERGIPE oficiou o promotor de justiça Manoel Machado Neto para que sejam tomadas providências no sentido de o IPESAÚDE não recusar atendimento dos beneficiários que chegam ao seu serviço de urgência encaminhados pelo SAMU.

A AMESE denunciou em vídeos nas redes sociais o não-atendimento de diversos beneficiários que deram entrada na urgência do IPESAÚDE e que não foram atendidos pelo plano de saúde.

"O tratamento que o IPESAUDE realiza nesses casos é desumano. O beneficiário paga todo mês, sem inadimplência, o plano de saúde e não é atendido. É encaminhado para o HUSE e fica nos corredores sofrendo. Se o SAMU está trasportando o paciente é porque o caso é gravíssimo. Não se sabe por qual orientação, quando os beneficiários dão entrada, são encaminhados para o HUSE quando deveriam ser encaminhados para um hospital particular, caso a urgência estivesse lotada. Uma verdadeira afronta à dignidade de quem contribui e espera um atendimento condizente." foi o que relatou o presidente da AMESE, o sargento Jorge Vieira.






VEJAM ABAIXO O OFÍCIO PROTOCOLADO PELA AMESE:



AMESE OFICIA MINISTÉRIO PÚBLICO SOLICITANDO PROVIDÊNCIAS PARA SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS QUE FIZERAM PORTABILIDADE E NÃO RECEBERAM O EMPRÉSTIMO REFERENTE AO DÉCIMO-TERCEIRO

Na manhã do dia 09 de janeiro, a ASSOCIAÇÃO DOS MILITARES DO ESTADO DE SERGIPE oficiou a promotora de justiça Euza Missano com o objetivo de garantir aos servidores públicos estaduais que fizeram portabilidade bancária o direito de receber o empréstimo referente ao décimo-terceiro.

O objetivo da entidade, além de garantir o pagamento a esse público específico, é também evitar que nos anos vindouros o servidor público não possa sofrer esse tipo de constrangimento.

"Compareci à agência do BANESE a qual possuo conta e constatei in loco o tratamento preconceituoso dado aos servidores. O BANESE orienta os servidores que fizeram portabilidade a retornarem ao banco o que é um contrassenso: se eu saí do BANESE e troquei de banco é porque eu não estava satisfeito. E agora o governo do Estado me obriga a retornar a um banco que eu não tenho interesse se eu quiser receber meu salário. Ao ver da associação isso é um abuso muito grave", foi o que pontuou o presidente da AMESE, o sargento Jorge Vieira.


VEJAM ABAIXO O OFÍCIO ENCAMINHADO PELA AMESE:



quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

APÓS DENÚNCIA DA AMESE, PREFEITURA DE ARACAJU INTERDITA PASSARELA DE ACESSO AO CONJUNTO LOURIVAL BAPTISTA

Na manhã do dia 08 de janeiro a Defesa Civil municipal de Aracaju interditou o pontilhão de acesso ao Conjunto Lourival Baptista.

Vejam como a notícia foi publicada no site da Prefeitura:

ARACAJU/SE – A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Defesa Civil Municipal, interditou uma antiga passarela que interliga a rua sargento Lauro José à avenida Chanceler Osvaldo Aranha, no bairro Novo Paraíso. A adoção dessa medida preventiva é decorrente da constatação de desgastes pontuais em algumas partes da estrutura da passarela.

De imediato foram feitas barreiras com barras de ferro que impedem o tráfego de veículos ciclomotores, bicicletas e até pessoas a fim de resguardar a segurança da população do conjunto Lourival Batista.

No início da manhã desta quarta-feira, 08, o coordenador da Defesa Civil, major Silvio Prado, foi pessoalmente à passarela para lacrar as duas extremidades, após análises das estruturas metálicas e de concreto do equipamento.

“Como de rotina, realizamos o monitoramento das passarelas e pontes e percebemos nesta aqui do Lourival Batista algumas inconsistências no reboco, ferragens, que acabam diminuindo a resistência, mas que não expõe perigo imediato aos moradores”, explica major Silvio.

Para a interdição, equipes da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) auxiliaram na construção das barreiras que impedem o fluxo na passarela. “Fomos acionados pela Defesa Civil para criar barreiras para impedir o tráfego pela passarela e vamos estudar a partir de agora qual a melhor forma de resolver este problema e assegurar o direito de ir e vir das pessoas”, garante o secretário municipal da Infraestrutura, Sérgio Ferrari.

O próximo passo será a análise pormenorizada da estrutura da passarela para verificar se há possibilidade de revitalização ou se será necessário demolir e construir uma nova estrutura de interligação.

Informações & foto – AAN

Curiosamente, a interdição ocorreu dias depois do Presidente da AMESE, sargento Jorge Vieira, ter denunciado a precária situação em que se encontra a referida passarela. 


Para o presidente da AMESE, "esperamos que além da interdição a Prefeitura inicie a obra dessa ponte o mais rápido possível. As comunidades do Lourival Baptista e Agamenon Magalhães precisam ter o seu direito de ir e vir respeitado. A AMESE continua sua luta em prol de toda a sociedade"


Relatório dá aos estados prerrogativa de unificar polícias Civil e Militar



Relatório foi apresentado na comissão especial sobre unificação das polícias 

O deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP) apresentou nesta quarta-feira (4) seu relatório na comissão especial da Câmara dos Deputados que estudou a unificação das polícias Civil e Militar. Sua proposta prevê que os estados tenham a possibilidade de adotar o chamado "ciclo completo", unindo as duas polícias em uma única corporação.

A proposta de Carvalho está prevista em uma proposta de emenda à Constituição, cujo texto começará a ser discutido pela comissão na próxima semana. Mesmo em caso de aprovação na comissão, o texto depende de 171 assinaturas de deputados para começar a tramitar na Câmara.

Carvalho propõe um novo modelo de polícia nos estados, sem vinculação com as Forças Armadas. A PM se transformaria em "polícia estadual" com ações ostensivas e de apuração de infrações penais, enquanto a polícia civil passaria a se chamar "polícia estadual investigativa", com a missão de apurar infrações penais de alta complexidade.

"Não tem como uma polícia começar um trabalho e a outra terminar. Aí está o índice de elucidação dos crimes no nosso País: 8% em média", disse.

Não há hipótese de redução salarial, mesmo em caso de unificação das polícias. Vinícius Carvalho cita outros princípios que deverão orientar o novo modelo policial.

Ouça esta matéria na Rádio Câmara

"A valorização dos profissionais de segurança pública tem que existir. A carreira única dos policias: aquele que entra deve ter a possibilidade de chegar ao posto de comando. Uma atuação de órgãos de controle externo para verificar e acompanhar a atividade policial", acrescentou.

A PEC proíbe a sindicalização e a greve de policiais e prevê unidade na doutrina, além de formações inicial e continuada em uma única academia de polícia. Acaba a Justiça Militar dos estados. E os bombeiros também perderiam a vinculação militar.

No texto, Vinícius Carvalho defende a valorização dos princípios de polícia comunitária e a atuação policial "orientada para a pacificação social e para o uso ordenado e progressivo da força".

Reportagem - José Carlos Oliveira
Edição – Wilson Silveira