segunda-feira, 7 de setembro de 2026
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
NOTA DE APOIO AO MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA
Manifestamos nosso apoio e respeito ao Ministro
André Mendonça, reconhecendo sua atuação pautada pela serenidade, pelo
equilíbrio, pela independência e pelo compromisso com a Constituição Federal.
Em um momento de grandes desafios para as
instituições brasileiras, entendemos que o fortalecimento da democracia passa, necessariamente,
pelo respeito à independência dos Poderes, à liberdade de expressão, ao
devido processo legal e às garantias fundamentais previstas em nossa
Constituição.
O exercício da magistratura exige coragem para
decidir, responsabilidade para ouvir diferentes posições e, sobretudo,
compromisso com o ordenamento jurídico na luta contra o crime organizado e a
corrupção. É justamente por isso que consideramos fundamental defender e preservar
a decisão que foi tomada de acordo com os princípios constitucionais, sem
pressões externas, nem com interesses excusos.
O Ministro André Mendonça tem demonstrado,
em sua trajetória, a importância do diálogo, da ponderação, da transparência e
do respeito às instituições. Divergências são naturais em uma democracia; o que
não podemos admitir é que divergências sejam transformadas em ataques pessoais
ou em tentativas de enfraquecimento das instituições republicanas.
O Ministro André Mendonça tem nosso reconhecimento,
solidariedade e apoio, não recue e não pare. O Brasil precisa da sua
coragem, e mais que isso, precisa de homens de fé que não se curvem diante dos
corruptos nem muito menos as pressões políticas, e cumpram seu dever com o país.
Siga firme! E reafirmamos
nossa confiança na Justiça, na Constituição Federal e na necessidade
permanente de preservar o equilíbrio entre os Poderes da República.
Que
prevaleçam sempre a Constituição, a Justiça, o diálogo e o Estado Democrático
de Direito.
AMESE –
Associação dos Militares do Estado de Sergipe
ARACAJU / SERGIPE
04/09/2026
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
TRE e PMSE discutem planejamento de segurança para eleições
Reunião abordou atuação das forças, definição dos locais de votação e do efetivo para atuar no pleito.
O Tribunal
Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE), por meio da Coordenadoria de
Planejamento, Estratégia e Governança (COPEG), realizou uma reunião com
representantes da Polícia Militar de Sergipe (PM-SE) para tratar do
Planejamento Integrado de Segurança das Eleições (PISE) para as Eleições 2026.
O encontro ocorreu na segunda-feira, dia 13.
A reunião teve como objetivo alinhar, entre o TRE-SE e a PMSE, o
quantitativo de militares que atuarão nas atividades do pleito, bem como
discutir os ajustes nos locais de votação onde prestarão apoio. Também foram
abordados aspectos relacionados à atuação das demais forças de segurança nos
locais de votação e ao sistema que permitirá aos militares escalados para
trabalhar fora de seus domicílios eleitorais exercer o direito ao voto nas
eleições deste ano.
Representando o T R E - S E, participaram da reunião o coordenador da COPEG, Marcelo
Gerard; o chefe da Seção de Gestão de Planejamento e Gerenciamento de Projetos
(SEGEP), Marcelo Barreto Filho; e o chefe do Núcleo de Inteligência e Segurança
Institucionais (NIS), Moysés Dantas Teixeira. Pela Polícia Militar de Sergipe,
participou o coronel Gilberto Melo. Ao final da reunião, foi destacado que os
detalhes operacionais serão definidos em um novo encontro, após a conclusão dos
ajustes nos locais de votação e da definição das escalas dos militares que
atuarão nas Eleições 2026.
Fonte: https://www.jornaldacidade.net/politica/2026/07/351182/tre-e-pm-discutem-planejamento-de-seguranca-para-eleicoes.html
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
NOTA DE REPÚDIO
À SOCIEDADE BRASILEIRA E ÀS INSTITUIÇÕES DA REPÚBLICA
Diante
dos recentes acontecimentos relacionados às investigações envolvendo o Banco
Master, seus antigos dirigentes e as informações que vieram a público
acerca de relações mantidas com integrantes de instituições da República,
manifestamos nossa profunda preocupação e repúdio diante de qualquer conduta
que possa comprometer a independência, a transparência e a credibilidade das
instituições públicas brasileiras.
As
recentes revelações decorrentes de documentos e mensagens analisados pela
Polícia Federal, posteriormente tornados públicos no âmbito das investigações,
trouxeram questionamentos relevantes sobre contatos, relações profissionais e
possíveis conflitos de interesse envolvendo autoridades e pessoas relacionadas
ao caso.
Não cabe
a ninguém, independentemente do cargo que ocupe, estar acima da nossa Constituição
Federal ou das instituições.
O Estado
Democrático de Direito exige que todos sejam submetidos aos mesmos princípios
de responsabilidade, transparência e prestação de contas. A sociedade
brasileira tem o direito de conhecer os fatos e de exigir que eventuais irregularidades
sejam investigadas de maneira independente, técnica, imparcial e sem
privilégios.
Repudiamos,
portanto, qualquer prática que possa representar uso inadequado da função
pública, conflito de interesses, tráfico de influência, favorecimento ou interferência
indevida nos órgãos responsáveis pela investigação e fiscalização, caso
tais condutas venham a ser comprovadas pelas autoridades competentes.
O que
está em jogo é maior do que nomes ou disputas políticas.
Está em
jogo a confiança do cidadão brasileiro na Justiça e nas instituições da
República.
A sociedade
brasileira cobra que o Supremo Tribunal Federal exerça papel essencial na
preservação da Constituição e da democracia brasileira. Justamente por isso,
seus integrantes devem estar permanentemente submetidos aos mais elevados
padrões de ética, transparência, imparcialidade e responsabilidade pública.
É
indispensável que todos os fatos relacionados ao caso sejam devidamente
esclarecidos e que, havendo indícios de ilícitos ou incompatibilidades, sejam
adotadas todas as providências previstas em lei, sem corporativismo,
privilégios ou proteção decorrente do cargo ocupado.
A
sociedade não pode aceitar que o poder, qualquer que seja sua origem, se
sobreponha aos princípios republicanos.
Defendemos:
•
Investigação completa, independente e transparente dos fatos;
•
Apuração rigorosa de eventuais conflitos de interesse;
•
Igualdade de todos perante a lei;
•
Respeito absoluto ao devido processo legal e ao direito de defesa;
•
Transparência na atuação dos agentes públicos;
•
Responsabilização, nos termos da lei, de qualquer pessoa que tenha cometido
irregularidades, independentemente de seu cargo ou posição institucional.
Nossa
manifestação não representa ataque à Justiça ou às instituições democráticas.
Pelo contrário.
É
justamente por acreditar na democracia, na Constituição Federal e no Estado de
Direito que defendemos instituições fortes, independentes, transparentes e
submetidas à lei.
O Brasil
precisa de respostas.
A sociedade
brasileira merece transparência.
E a
República exige responsabilidade.
AMESE – Associação
dos Militares do Estado de Sergipe
Aracaju/SE, 02 de setembro de 2026.




