quinta-feira, 17 de novembro de 2016

VÍDEO MOSTRA PMs DO CHOQUE SAINDO DE CERCO À ALERJ E SENDO APLAUDIDOS. É DE ARREPIAR!

‘NÃO QUEREMOS MAIS PARTICIPAR DISSO’, TERIAM TIDO POLICIAIS QUE DEIXARAM ATO. ATITUDE TERIA SIDO TOMADA APÓS CHOQUE ATIRAR BOMBAS CONTRA SERVIDORES.
Fonte do vídeo: Notícias do Tube

Um vídeo feito na tarde desta quarta-feira (16) mostra dois policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar deixando o cerco a Alerj durante protesto de servidores contra o pacote de austeridade do Governo. “Não queremos mais participar disso”, teria dito um deles após a corporação soltar bombas contra servidores, segundo o autor do vídeo, Julio Trindade.

É possível ouvir um estampido no início das imagens. Nelas, os militares são ovacionados por ativistas que os acompanharam. “Parabéns, guerreiro”, diz um. “Boa, Choque”, diz outro. O vídeo foi publicado em uma rede social e obteve milhares de visualizações em poucos minutos.

A manifestação era contrária aos projetos apresentados pelo Governo e havia até doações de alimentos a servidores e pensionistas que passam por dificuldades financeiras em meio ao atraso de salários.

Inicialmente, os ativistas não compreenderam porque os dois policiais iam no sentido contrário ao cerco. Até que um deles se explicou e aí começaram os aplausos. “A população abraçou, começou a aplaudir. Era vaia para o que o Choque estava fazendo [jogando bomba] e aplauso para os dois”, diz Trindade.

De acordo com ele, houve truculência dos outros policiais. Ele diz que estava a alguns metros da confusão, em frente ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), ajudando uma senhora com um bebê de colo que passava mal com o spray de pimenta e as bombas.

O autor do vídeo relata ainda que um oficial se aproximou dos dois e também deu parabéns. “Eles não poderiam abandonar o posto, então foram caminhado até um local onde estavam estacionados os carros do Choque”, conta.

PM deixou cerco a Alerj e foi ovacionado por manifestantes (Foto: Julio Trindade/Arquivo Pessoal)
Confusão

Manifestantes derrubaram as grades da Alerj por volta das 12h05 desta quarta-feira (16). Em resposta, o Batalhão de Choque da Polícia Militar usou bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes. Houve muita correria, mas um grupo continuou resistindo.

Às 13h15, uma nova confusão ocorreu e a polícia chegou a jogar gás de pimenta na direção dos manifestantes. Por volta das 13h30, um grupo tentou invadir o prédio da assembleia chegando a derrubar uma parte da segunda barreira de grades que isolam o prédio do Palácio Tiradentes.

Manifestantes e até pessoas que trabalham no Centro da cidade e não estavam no protesto relatam truculência policial. Algumas pessoas dizem que ficaram presas em lojas próximas a Alerj e não conseguiam sair, após os funcionários fecharem as portas com medo de violência.

PM pode se manifestar, diz comandante

Há duas semanas, o comandante-geral da PM já havia dito que policiais poderiam participar de protestos. Wolney Dias Ferreira disse, no entanto, que a corporação não tinha mercenários. “Ninguém vem pra cá para se tornar rico. Salário é uma questão motivacional, mas não é a única”, afirmou.

Nos bastidores, porém, policiais temiam represálias se fossem identificados em manifestações. Os comandos de alguns batalhões chegaram a marcar reuniões no mesmo horário que ocorreria o protesto, mas desmarcaram. Outros, surpreendentemente, desmarcaram reuniões comunitárias para que o máximos de PMs de folga fossem ao protesto.

Fonte G1

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SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO FAZEM PROTESTO CONTRA PACOTE DO GOVERNO.

Funcionários públicos se concentraram na entrada da Alerj.
Manifestantes pediram regularização do pagamento, entre outras pautas.



Fotos: Fernanda Rouvenat/ G1

Servidores da área da segurança pública do Rio de Janeiro realizaram um protesto, na manhã desta terça (8), no Centro do Rio, contra o que eles chamam de "pacote de maldades". Na semana passada, o governo do estado anunciou medidas com as quais pretende sanear as finanças do Rio. Em cartazes, os manifestantes pediram mais respeitos aos policiais e demais servidores do governo do estado.

As escadarias ficaram lotadas e os funcionários pediram que o governo pague em dia. Gritando palavras de ordem contra as medidas de austeridade, o grupo afirmou que continuará a se manifestar até ser ouvido.

Entre as medidas anunciadas pelo governador estão a suspensão de reajustes salariais já concedidos, o aumento das alíquotas de contribuição previdenciária, o desconto de 30% dos vencimentos de inativos para reforçar o caixa da Previdência estadual, o corte de gratificações pagas a comissionados, o fim de programas sociais e a extinção de órgãos públicos.

"Hoje, especificamente, por causa do 'pacote das maldades', as lideranças da Polícia Civil, a coligação, o sindicato de agentes e delegados, os peritos papiloscopistas, estão vindo trazendo uma carta de repúdio à Comissão de Segurança Pública e assuntos de polícia na pessoa do seu presidente, que é a deputada Marta Rocha. Nós queremos que os deputados sejam sensíveis e que barrem essas medidas que tanto impactam na vida na vida do funcionário público, principalmente na segurança pública", destacou o presidente da coligação dos Policiais Civis do Rio de Janeiro, Fabio Meira.

O presidente do Sindicato dos Delegados do Rio, Rafael Barcia, destacou que os trabalhadores estão atuando no limite dos recursos no combate à criminalidade no estado. Ele acredita que os maiores penalizados com as medidas do governo são os cidadãos.

"A situação chegou no limite do intolerável. Além da gente passar pelo processo de sucateamento das delegacias da instituição, há muito tempo que a gente vem sofrendo com isso, agora o governo preparou um pacote que quer penalizar o servidor pra uma dívida que nós não temos causa. A gente está aqui pra dizer não pra esse pacote de maldades porque além de inconstitucional, é imoral, penaliza diretamente o servidor e a população em geral", contou o presidente do Sindicato dos Delegados.

De acordo com Rafael Barcia, além da precariedade nas delegacias, muitos policiais civis, trabalham em condições de risco, por não haver manutenção dos armamentos e de viaturas.

"Falta de tudo em uma delegacia hoje: falta papel, falta manutenção da delegacia, porque você trabalhar num ambiente onde o piso está soltando, onde tem mofo na parede, isso é insalubre em qualquer trabalho. As viaturas sem manutenção, as armas que falham o tempo inteiro. Policiais estão sendo caçados por ai, estão sendo mortos, sem nenhum apoio do estado, que deveria apoiar o policial nesse momento. E ainda impõe esse pacote de medidas que busca tirar do policial dignidade, que é a única coisa que restou", lamentou Rafael.

Por volta das 10h30, os manifestantes interditaram uma faixa da Avenida Primeiro de Março, no Centro.

Fonte: G1 RJ

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COMISSÃO APROVA PROIBIÇÃO DE VENDA DE EQUIPAMENTOS DE ELETROCHOQUE.

A proposta visa coibir o uso ilegal de um equipamento híbrido de lanterna e taser conhecido como “lantaser” fabricado na China



A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço aprovou proposta que proíbe o porte e a comercialização de equipamentos de eletrochoques com capacidade para afetar a saúde humana.

Pelo texto, apenas pessoas autorizadas pela Polícia Federal poderão usar ou comercializar esse tipo de equipamento.

Foi aprovado um substitutivo do relator na comissão, deputado Covatti Filho (PP-RS), para o Projeto de Lei 4390/16, do deputado Marcus Vicente (PP-ES).

O relator fez uma mudança na versão original para restringir a proibição apenas aos aparelhos que possam afetar a saúde humana. “Entendemos como adequada a apresentação de modificação para especificar que a proibição é direcionada aos equipamentos que produzam incapacitação neuromuscular em seres humanos”, disse.

Lantaser e taser

Com isso, outros condutores de eletrochoque, como as raquetes usadas para matar insetos, estão excluídas da medida. Para o parlamentar o controle da Polícia Federal vai coibir o uso ilegal de um equipamento híbrido de lanterna e taser conhecido como “lantaser” fabricado na China.

Segundo o autor do projeto original, na função taser a descarga elétrica pode chegar a 50 mil volts, o que pode ser letal para pessoas com doenças cardíacas.

O subchefe da Seção de Projetos da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), sargento Mainar, explicou que os aparelhos de eletrochoque são diferentes de armas, como os tasers, usadas pelos policiais.

A arma interfere no sistema nervoso sensorial causando dor e provocando paralisia muscular no sistema motor. Nesse caso, a aquisição é restrita a instituições de segurança pública ou privada autorizadas pelo Exército.

O uso ou a comercialização de equipamentos de eletrochoque não autorizados será punido com multa de R$ 100,00 por aparelho.

Tramitação

O projeto ainda será analisado conclusivamente pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

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ESTADO DE OLHO NO GRANA DA REPATRIAÇÃO.


Este governo temerário se assustou com a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, mandando congelar parte do valor referente às multas do programa de repatriação de dinheiro. Diante da hipótese de os estados ganharem a pendenga na Justiça, o presidente Temer (PMDB) já pensa em abrir mão de parte das milionárias multas aplicadas aos investidores por sonegação de imposto. Caso isto ocorra, Sergipe botará a mão em cerca de 150 milhões dos R$ 4 bilhões em questão. Muito bom!

Fonte: Blog do jornalista Adiberto de Souza

COMERCIANTE E SOBRINHO SÃO MORTOS A TIROS EM SOCORRO.

Bandidos chegam a pé e roubam o veículo onde as vítimas estavam


Um comerciante, dono de um Ferro Velho, e o sobrinho foram assassinados na noite da terça-feira, 15, em Nossa Senhora do Socorro. As vítimas estavam em um veículo quando foi abordada por dois homens armados que se aproximaram a pé, segundo os primeiros levantamentos realizados pela Polícia Militar de Sergipe.

Os bandidos dispararam os tiros e levaram o veículo da vítima, foram perseguidos pela polícia, houve troca de tiros. Na perseguição, eles abandonaram o veículo numa rodovia que liga o conjunto João Alves à sede do município de Nossa Senhora do Socorro, numa localidade conhecida como Invasão da Manteiga. Os bandidos correram, entraram em um matagal e desapareceram, conforme observações do major Galdston Oliveira, comandante do 5º Batalhão da PM.

O dono do Ferro Velho era conhecido como Zé Augusto e estava com o rapaz, que é sobrinho da esposa dele. O motivo do crime ainda não foi completamente esclarecido, mas há suspeita que eles teriam agido para roubar o carro da vítima. O duplo homicídio será investigado pela Polícia Civil. Os corpos estão sem identificação oficial no Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Infonet (Cássia Santana)

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