quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

BPRp PRENDE HOMEM COM PISTOLA E RADIOCOMUNICADOR NA FREQUÊNCIA POLICIAL EM SOCORRO.

Flagrante ocorreu no Conjunto Albano Franco.
Suspeito foi encaminhado à delegacia do município.

Material estava com o suspeito (Foto: SSP/SE)

A Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP) divulgou nesta quarta-feira (1º) a prisão de um homem de 28 anos por porte ilegal de arma. Flagrante ocorreu no Conjunto Albano Franco, em Nossa Senhora do Socorro (SE).

Segundo policiais do Batalhão de Radiopatrulha, o flagrante ocorreu na terça-feira (31) quando o suspeito foi abordado pela ao transitar em um veículo com película no para-brisa e uma criança sentada no banco dianteiro.

Durante a abordagem, os policiais encontraram uma pistola PT 940, dois carregadores, 27 munições ponto 40 e um rádio comunicador na frequência das polícias militar e civil.

Ele alegou aos policiar ser assessor de um vereador da cidade, mas teria dito que já tinha sido preso por portar um revolver. Após o flagrante, ele foi encaminhado à delegacia.

Fonte: G1 SE

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BPRV FAZ COMPARATIVO DOS NÚMEROS NO PERÍODO DE FÉRIAS ESCOLARES E ALERTA PARA AS ULTRAPASSAGENS INDEVIDAS ( 03 ACIDENTES COM VITIMAS FATAIS DEVIDO A ULTRAPASSAGENS INCORRETAS).


O BPRv (Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual), órgão pertencente à polícia Militar do Estado de Sergipe, fez um balanço das operações realizadas neste período de férias de janeiro nas rodovias estaduais.

Em 2016 tivemos 30 acidentes registrados nas rodovias estaduais, 43% a menos que em 2017, onde registramos 17 acidentes.

Aumentaram também a apreensão de animais na pista, onde em 2017 foram recolhidos das malhas viária 67 animais, 76% a mais que em 2016.

Outro numero bastante significativo foi a redução de vitimas fatais conduzindo veículos em nossas rodovias estaduais, pois tivemos 04 mortes em 2017, e em 2016 tivemos 09 vitimas fatais.

Então, mesmo havendo mais de 100 registros de autos de infração por ultrapassagem indevida em nossas rodovias, foi percebido um aumento no numero de vitimas por colisões frontais de veículos, onde por imprudência do condutor através da pressa indevida, acabaram acontecendo 03 mortes por colisões frontais.

Ressalte-se que houve um aumento significativo nos valores das multas por ultrapassagem indevida passou a ter o valor de R$ 957,70. Já as ultrapassagens forçadas, mesmo em local permitido, vão gerar multa de R$ 1.915,40. O valor cobrado nesses casos pode atingir R$ 3.830,80 em caso de reincidência na infração.

“ A prioridade das fiscalizações de trânsito nas rodovias estaduais é sempre a segurança dos condutores e de quem a utiliza, mas as imprudências dos condutores compete a cada um deles, cabendo aos mesmos procurarem conduzir com prudência e chegando aos seus locais de destino com paz e tranquilidade”, afirma o Major Deny, Comandante do BPRv.

Lembrando que qualquer pessoa pode manter contato com o Bprv através do 190 ou 198 se verificar alguma irregularidade nas rodovias estaduais

COMPARATIVO DO MÊS DE JANEIRO 2016 E 2017:


2016
2017
ACIDENTES
30
17
VITIMAS FATAIS
09
04
ANIMAIS APREENDIDOS
16
67


Fonte: BPRv

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COM COQUETEL MOLOTOV, BANDIDOS INCENDEIAM PRÉDIO DA PM NO RIO GRANDE DO NORTE.

Ataque foi registrado na madrugada desta quarta-feira (1º) em Arez. Policiais que estavam no prédio não ficaram feridos; suspeitos foram presos


O Pelotão Destacado da Polícia Militar na cidade de Arez, região Leste do Rio Grande do Norte foi atacado por criminosos na madrugada desta quarta-feira (1º). De acordo com o capitão Cláudio Henrique, comandante do policiamento militar no município, o prédio e uma viatura foram incendiados. Dois suspeitos foram presos.
Ainda segundo o capitão, os criminosos jogaram um coquetel molotov no prédio, que foi parcialmente incendiado e uma viatura foi consumida pelas chamas.

De acordo om o coronel Elyause Moreira, comandante do Policiamento do Interior (CPI), os militares de plantão estavam dentro prédio, mas ninguém se feriu.

Pouco tempo depois, dois suspeitos foram presos. De acordo com o coronel Moreira, os homens foram levados para a delegacia de Goianinha, também na região Leste potiguar.

Ataques e facções

O Governo do Rio Grande do Norte diz que há possibilidade de que os ataques às agências bancárias tenham relação com facções criminosas que roubam “para se capitalizarem de forma a possibilitar ações contra o estado”. Esse é um dos cinco itens elencados no pedido de prorrogação da permanência das Forças Armadas na Grande Natal, conforme documento enviado pelo governador Robinson Faria ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, na semana passada. No documento, Robinson destaca que “há indicativos de intensificação das ações dos faccionados contra agências bancárias”.

Forças Armadas

A atuação das Forças Armadas no Rio Grande do Norte foi prorrogada por mais cinco dias. A Operação Potiguar II, conforme decreto presidencial, tinha previsão para terminar nesta segunda-feira (30), mas com a renovação as tropas devem permanecer na capital potiguar e região metropolitana até dia 4 de fevereiro.

O Governo do RN enviou, na sexta-feira (27), documento ao Governo Federal solicitando prorrogação por mais dez dias. No entanto, a permanência foi renovada por apenas mais cinco dias.

Fonte: G1 RN/Policial BR

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2ª CIA/2º BPM EM AÇÃO CONJUNTA COM POLICIAIS CIVIS DA DELEGACIA DE NEÓPOLIS, PRENDEM QUARTETO EM POSSE DE ARMAS E IMPEDEM HOMICÍDIO EM ILHA DAS FLORES.


A Polícia Militar do Estado de Sergipe, por meio da 2ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Militar (2ª Cia/2°BPM) e em parceria com a Polícia Civil, prendeu na tarde da segunda-feira, 31, no Povoado Serrão, município de Ilha das Flores, quatro homens, em posse de armas e munições.

Após denúncias anônimas, as polícias chegaram até a residência dos suspeitos, que, ao avistarem a viatura, correram, mas acabaram sendo alcançados e revistados. Durante abordagem, o quarteto foi flagrado com três armas e várias munições, juntamente com um veículo Siena, que estava com a placa adulterada.

A ação conjunta resultou na prisão de Breno Lima Santos, Samuel Lima Santos, Alisson Neves Pereira do Nascimento e Gilberto Teófilo dos Santos e na apreensão de uma pistola 380, um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 22. Participaram da detenção, os sargentos Benaldo e Oliveira e os cabos Gisélio e Nascimento.

Segundo Breno Santos, as armas seriam usadas no homicídio de um homem conhecido como Baiano, que havia efetuado disparos contra ele e sua esposa. De acordo com levantamentos policiais, Breno e os comparsas são suspeitos de roubos na região de Pacatuba e Ilha das Flores e estavam alojados no Povoado, aguardando o momento para praticar o crime.

Fonte: PMSE

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POLICIAIS ENTREGUES À PRÓPRIA SORTE. É NECESSÁRIO EMPENHO RENOVADO PARA COMBATER OS ASSASSINOS DESSES PROFISSIONAIS.

Foto:duAmorim/A2 FOTOGRAFIA

Ao menos dez policiais militares foram mortos no estado do Rio de Janeiro em 2017 nos primeiros 15 dias do ano, além de dois na Bahia, e três no Rio Grande do Sul, Sergipe e Paraná. Tampouco estão seguros os familiares de policiais no país, como deixou claro a tortura e morte do filho adolescente de um policial militar no interior do Paraná no dia 4 de janeiro. Embora, infelizmente, os assassinatos de policiais não sejam novidade no Brasil, a persistência e gravidade do fenômeno exigem empenho renovado para combatê-lo.

Em julho de 2015, a ex-presidente Dilma Rousseff aprovou a Lei 13.142/2015 que tornou hediondo o homicídio praticado “contra autoridade ou agente descrito nos art. 142 e 144 da Constituição Federal, integrantes do sistema prisional e da Força Nacional de Segurança Pública, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau, em razão dessa condição”.

A norma, proposta na esteira do terror provocado por ataques de criminosos a caixas eletrônicos no país, tramitou com urgência e foi aprovada em tempo recorde – 109 dias. Aumentou de 12 para 30 anos de prisão a pena para assassinatos de policiais civis, rodoviários, federais, militares, assim como bombeiros, integrantes das Forças Armadas, da Força Nacional de Segurança Pública e do Sistema Prisional, e endureceu o regime de cumprimento de pena (obrigatório o início em regime fechado, entre outras exigências).

Deputados da chamada bancada da bala brandiram que o projeto “criou um arcabouço jurídico de proteção ao policial brasileiro” (Deputado João Campos) e se vangloriaram de que estavam “fechando o cerco aos criminosos do nosso País” (Deputado Major Olímpio). Será?

No ano de aprovação da lei, quase 400 policiais foram mortos no Brasil, segundo estatísticas estaduais coletadas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em São Paulo, onde se concentram aproximadamente 28% dos policiais no país, os homicídios de policiais militares e civis em serviço e fora de serviço cresceram 21% durante os primeiros 11 meses de 2016. Entre os policiais militares e civis em serviço no Rio de Janeiro (9% do efetivo nacional), os assassinatos aumentaram 38.5% neste período. É possível, apesar de improvável, que a lei tenha prevenido um número ainda maior de mortes de policiais. Não se trata, contudo, do impacto prometido pelos proponentes e entusiastas da Lei 13.142. O resultado também não surpreende frente à literatura especializada.

Afinal, diversas pesquisas apontam um fraco desempenho das polícias brasileiras no esclarecimento dos crimes de homicídios, incluindo as mortes de policiais. Segundo a Associação Brasileira de Criminalística, por exemplo, somente 5% a 8% dos homicídios no Brasil são elucidados, sendo que uma fração ainda menor desses homicídios gera processos criminais e chegam a condenações. Tratar o endurecimento da pena do homicídio como a bala de prata para a vitimização policial foi – portanto – ingênuo.

Há mérito no tratamento legislativo diferenciado dos assassinatos de policiais, pois esses ataques constituem – além de crimes contra a vida – agressões contra o Estado de Direito. O desafio é deixar de lado discursos ideológicos e eleitoreiros para adotar medidas que efetivamente protejam a vida destes profissionais e reduzam as mortes.

Que tal garantir que policiais tenham os equipamentos[1], efetivo, treinamento e apoio operacional adequados para desempenhar o seu papel com segurança?

Que tal garantir a remuneração adequada e regulamentar e monitorar a possibilidade de trabalho além da jornada institucional para que o policial não precise fazer segurança privada de forma precária e vulnerável em edifícios residenciais e estabelecimentos comerciais?

Que tal ampliar e divulgar procedimentos operacionais para policiais fora de serviço, de forma a incentivar que solicitem apoio quando presenciarem crimes em andamento?

Por fim, que tal fortalecer a capacidade investigativa da polícia civil, recursos disponíveis para a perícia e priorizar o rápido esclarecimento e processamento dos assassinatos de policiais?

O direito penal não é a panaceia de todos os males que afligem a sociedade brasileira. Como demonstrou a recente pesquisa do Instituto Sou da Paz que analisou a atuação do Congresso Nacional no tema da segurança pública[2], a maior parte dos projetos de lei propostos na Câmara dos Deputados relacionados ao tema tinha o objetivo de criminalizar uma conduta ou aumentar uma pena de um crime já existente, enquanto medidas estruturantes, como aperfeiçoamento do trabalho policial ou melhorias no sistema de justiça criminal, eram minoritárias.

É urgente implementar políticas públicas voltadas à redução da vitimização policial baseadas em diagnósticos e não em bravatas. Caso contrário, estaremos fadados a assistir consternados a falta de proteção dos profissionais que promovem a segurança pública.

Fonte: jota.info

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