quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Núcleo de Pesquisa da SSP visita sede do projeto Amiguinhos da PM.


Uma recepção animada de quase cem crianças e adolescentes atendidos pelo projeto social Amiguinhos da PM. Assim foi marcada a visita técnica realizada pelo Núcleo de Análises e Pesquisa em Políticas Públicas de Segurança e Cidadania da Secretaria de Segurança Pública (Napsec) ocorrida na manhã desta quarta-feira, 3, na sede do projeto, localizada no bairro Almirante Tamandaré, bairro Santos Dumont, na capital sergipana.


A proposta do Napsec é conhecer de maneira aproximada as atividades desenvolvidas pelo projeto desenvolvido na comunidade ao longo dos 12 anos de existência. “Entendemos que Segurança Pública não se faz somente com ações nas ruas. Precisamos desenvolver ações de inclusão social e educação que favoreçam a cidadania. Dentro dessa realidade, estamos conhecendo o projeto Amiguinhos da PM com o intuito de somar as ações sociais desenvolvidas pelas Polícias para elaborarmos uma Política Pública na área de prevenção à criminalidade. Estamos conhecendo todos os trabalhos que a SSP desenvolve nesse sentido”, destacou Iolanda Aragão, assistente social do Napsec.


Para o sargento Sandro Soares, coordenador do projeto Amiguinhos da PM, a visita foi importante e aponta que as atividades estão seguindo um caminho positivo. “É uma felicidade receber essa visita do Napsec porque ficamos na expectativa de que as ações possam ser ampliadas. Nosso trabalho de proximidade entre a Polícia Militar e a comunidade funciona, tanto que não temos nenhum registro de ato infracional destes jovens. Para comemorar esses 12 anos, faremos um dia de festa em um clube para as crianças e adolescentes na sexta-feira, 05, com muita diversão. Precisamos otimizar o trabalho dos Amiguinhos da PM. Nosso sonho seria expandir esse trabalho preventivo para outras comunidades”, pontuou o sargento Sandro.


Edigair Barreto Feitosa Sá é mãe de duas crianças beneficiadas pelo projeto Amiguinhos da PM e atua no projeto há um ano. “O projeto tira as crianças do convívio na rua para conviver com quem pode ensinar outras possibilidades para eles alcançarem uma vida melhor. Aqui não é escola, a gente trabalha com o lúdico por meio de brincadeiras, exemplos, ajudando nas atividades da escola. Tenho dois filhos que já vinham ao projeto e comecei a ter curiosidade em saber como funcionava. Por estar na área de educação, vivencio a parte teórica na universidade e a parte prática aqui com eles. Mudei como mãe e eles mudaram muito como filhos. Eles me ouvem mais, passaram a ter interesse pelos estudos e ficam empolgados para ir aos passeios do projeto. Já fui agressiva com meus filhos, não sabia ser mãe. Hoje aprendi a amar, respeitar e entender todas as crianças”, destacou.


Para Kevelin Oliveira Barbosa, seis anos, o projeto Amiguinhos da PM é fonte de diversão e amizades. “Gosto de brincar, dançar e fazer dever. Brinco com as meninas que eu gosto e que gostam de mim. Venho sempre para cá na parte da manhã porque eu estudo à tarde. Aqui só passeia quem estuda, sabia? Ei, tire uma foto minha”, finalizou a menina.

Projeto Amiguinhos da PM - É uma ação de prevenção primária realizada pela Polícia Militar no conjunto Almirante Tamandaré, bairro Santos Dumont, que objetiva a retirada das crianças das ruas, evitando o envolvimento destas com atos infracionais. O público do projeto é composto por crianças e adolescentes que residem na comunidade e vão à escola regularmente.

SERÁ QUE ALGUÉM SABE ONDE TEM UMA REFEIÇÃO NO VALOR DE R$ 8,00?


Arte do chargista Clécio Barroso, sendo permitida a sua reprodução desde que não haja cortes nem supressão do que está contido na charge.

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COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA APROVA PERMUTA DE MILITARES DA MESMA GRADUAÇÃO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS.


Cabo Sabino: temos a certeza de que o retorno ao lar e o reencontro com a família, ao final de uma jornada estafante de trabalho, servirá para restaurar energias e reequilibrar o policial

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da Câmara dos Deputados, aprovou o Projeto de Lei 3458/15 do deputado Capitão Augusto (PR-SP), que garante a militares estaduais a possibilidade de transferência para outra unidade da federação mediante permuta com outro militar de mesma graduação.

Pelo texto, para que a transferência se concretize, basta que haja solicitação escrita de ambos os interessados. Segundo o autor, o projeto equipara, em termos de remoção, os militares estaduais aos servidores públicos civis.

Relator na comissão, o deputado Cabo Sabino (PR-CE) defendeu o argumento do autor. “Temos a certeza de que o retorno ao lar e o reencontro com a família, ao final de uma jornada estafante de trabalho, servirá para restaurar energias e reequilibrar o policial. Nesse sentido, a permuta – por meio de troca entre dois policiais com a mesma habilitação e conhecimento – ocorre sem nenhum prejuízo para o serviço, pelo contrário”, diz o relator.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será ainda analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência Câmara

Postado por ESPAÇO MILITAR

terça-feira, 2 de agosto de 2016

OFICIAIS DA PMSE IRÃO APOIAR O MOVIMENTO “POLICIA LEGAL”.


Ocorreu na noite desta segunda-feira (01), uma reunião do presidente da Associação dos Oficiais Ten-Cel. Adriano Reis com os oficiais na sede da Assomise com a presença de dezenas de oficiais PM/BM onde ficou decidido por unanimidade que os oficiais irão apoiar o movimento Polícia legal que iniciará na próxima segunda-feira (08).

As associações juntamente com os oficiais aguardarão a resposta do governo até a noite de domingo (07) . Reconhecemos que o governo abriu a mesa de negociação onde foi formatado o projeto que até hoje está na mão do secretário da fazenda Jeferson Passos que não deu resposta e nem informou quando e nem como irá implementar a progressão por tempo de serviço na carreira militar e implementação do subsídio e, diga-se que a categoria de policiais e Bombeiros são as únicas categorias de servidores públicos estadual que não tem subsídio e nem plano de carreira aprovado declarou o Ten-cel Adriano Reis.

Ainda há servidores militares com 12,14 e 16 anos sem promoção e a categoria está bastante insatisfeita com essa situação e com o longo tempo sem ser reconhecidos pelo governo do estado.


Fonte: Faxaju

NOVO "TOLERÂNCIA ZERO" COMEÇA NA PRÓXIMA SEGUNDA.


Em assembleias realizadas no começo da noite de ontem, todas as 10 associações de classe da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros descartaram a proposta de aquartelamento das tropas, mas decidiram retomar o 'Movimento Polícia Legal', a partir da próxima segunda-feira, e exigir o estrito cumprimento da legislação sobre as condições de trabalho da categoria. A informação foi confirmada ao JORNAL DO DIA pelo advogado Márlio Damasceno, assessor jurídico da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese). Os militares protestam contra o parcelamento dos salários e a demora do governo estadual em atender às duas principais reivindicações da categoria: promoção de posto por tempo de serviço e concessão do subsídio, isto é, a unificação do soldo às gratificações pagas aos servidores das corporações.

O 'Polícia Legal' é considerado uma nova versão do 'Tolerância Zero', deflagrado pelos policiais militares entre os anos de 2008 e 2011 pelas Associações Militares Unidas para exigir aumento salarial, definição de carga horária e melhoria das condições de trabalho. De acordo com Márlio, o movimento terá estratégias e características novas, mas terá o mesmo objetivo de pressionar o governo pela valorização da categoria, através da observação de itens como documentação e estado físico das viaturas, armas, uniformes e coletes. Durante o 'Tolerância Zero', por exemplo, alguns batalhões tiveram que fazer o patrulhamento a pé porque as viaturas estavam com licenciamento vencido ou policiais sem habilitação para veículos de emergência - conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Os representantes das associações se reuniram ontem à tarde no gabinete do deputado estadual Capitão Samuel (PSL), na Assembleia Legislativa, e seguiram depois para as sedes das associações. Todos decidiram acatar a sugestão de retomar o movimento, feita pelo próprio deputado para evitar o aquartelamento sugerido por outros militares em redes sociais. Segundo o assessor da Amese, as associações vão confeccionar e distribuir, nos próximos dias, uma cartilha com orientações aos policiais e bombeiros militares sobre o que está previsto na lei e deve ser exigido de seus superiores, bem como dos comandos.

Damasceno informou ainda que outras assembleias podem ser convocadas pelas entidades (que voltam a se reunir como Associações Unidas) caso haja fatos novos, a exemplo de um novo parcelamento ou atraso nos salários. O governo ainda não confirma, mas há rumores que o dinheiro dos policiais deverá ser pago no próximo dia 11. "Se houver esse fato novo, as associações vão se reunir de novo e pode ser discutida a possibilidade de aquartelamento. Mas por enquanto ela está descartada", disse o advogado. 

Os projetos que definem o subsídio dos militares e a promoção por tempo de serviço já foram entregues pelos comandantes da PM e dos Bombeiros à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), que prometeu fazer um estudo de impacto financeiro antes de enviar as propostas ao governador Jackson Barreto. Os militares querem que isso seja decidido antes da votação do Projeto de Lei 257, em tramitação no Congresso Nacional, que renegocia as dívidas dos Estados com a União e prevê, entre outras medidas de controle, o congelamento de todos os reajustes salariais, novos planos de carreira e promoções de cargos pelo prazo de dois anos.


Fonte: Jornal do Dia (Gabriel Damásio)