sexta-feira, 8 de setembro de 2023
PONTO FACULTATIVO
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Nesta Quinta-Feira, 7 de setembro, a Associação dos
Militares do Estado de Sergipe - AMESE, celebra os 201 anos do Grito
do Ipiranga, que libertou a nossa nação das amarras de Portugal. Essa data
histórica é marcada por muitas lutas e desafios que bem expressam a braveza de
nossa gente forte, brasileira.
É importante fazer
valer o lema da nossa Bandeira: Ordem e Progresso! Sem ordem não a
respeito nem honestidade e assim o progresso tarda a chegar. Que sejamos sempre
independentes para decidir, para opinar, fazendo sempre desse país uma nação.
Portanto hoje é dia de
reafirmar o nosso compromisso com a pátria e com os brasileiros. Nunca
desistiremos do Brasil. Viva a nossa nação!
quarta-feira, 6 de setembro de 2023
Ação conjunta cumpre mandado de busca e apreensão e prende investigado por roubo em Maruim.
Investigações seguem na busca de outros dois suspeitos.
A Delegacia de Rosário do Catete realizou a prisão de um homem de 30 anos. A ação foi realizada juntamente com a Polícia Militar e a Guarda Municipal de Rósario e de Maruim. Em dezembro do ano passado, o suspeito havia praticado um roubo a mão armada com mais dois comparsas. No crime, uma motocicleta foi roubada.
Apurações policiais apontam que o suspeito praticava roubos na região de Rosário, Maruim, Carmópolis, Santo Amaro e outras cidades. Além disso, o homem já respondia processo por tráfico de drogas.
As investigações seguem para identificar demais envolvidos. A Polícia Civil solicita que informações e denúncias sobre suspeitos de crimes sejam repassadas à polícia por meio do Disque-Denúncia (181).
Fonte: ASCOM/SSP.
terça-feira, 5 de setembro de 2023
Apropriação de dinheiro e quebra de celulares são violência patrimonial, explica Segurança Pública.
Prática é comum em casos de violência contra a mulher e está entre os crimes previstos na Lei Maria da Penha.
Um cenário comum do ambiente de violência contra a mulher é formado por celulares, eletrônicos e móveis quebrados. Além do ato de danificar os bens pertencentes à vítima e ao imóvel em que ela reside, há também a apropriação de valores das mulheres vítimas da chamada Violência Patrimonial. A prática está prevista na Lei nº 11.340/2006, que é mais conhecida como Lei Maria da Penha.
A delegada Maria Socorro Sá, da Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis de São Cristóvão (DAGV), revelou que no Código Penal há o crime de extorsão, mas, em se tratando da Lei Maria da Penha, há a Violência Patrimonial. “[Prática] que consiste no fato do agressor se apropriar dos bens da companheira ou exigir que ela entregue todos os valores que ela ganhe”, explicou.
Inclusive, conforme a delegada Maria Socorro Sá, a Violência Patrimonial abrange ainda práticas como a destruição de bens pertencentes à vítima. “Os agressores destroem muito os bens das companheiras. Os [bens destruídos pelos agressores] mais comuns são os aparelhos celulares. A gente vê constantemente situações em que as mulheres chegam tristes e chorando, pedindo o ressarcimento desses valores”, acrescentou.
Além de se apossar de bens e valores das vítimas ou até mesmo destruí-los, a Violência Patrimonial contempla ainda a destruição de itens que fazem parte do imóvel. “Televisão, móveis, eletrodomésticos. Muitas vezes, os agressores quebram todos esses aparelhos. Também é comum eles colocarem fogo nas roupas das vítimas. São coisas muito comuns”, revelou a delegada Maria Socorro Sá.
Por isso, para evitar que situações de Violência Patrimonial aconteçam, Maria Socorro Sá enfatizou a importância da denúncia à polícia. “A gente sempre pede às vítimas que denunciem, confiem na polícia. Nossa obrigação como representantes do Estado é justamente protegê-las. Então, podem vir a qualquer delegacia e principalmente às que cuidam dos casos de violência doméstica”, reforçou.
Violência Patrimonial na Lei Maria da Penha
Conforme a delegada, as práticas que constituem a Violência Patrimonial estão descritas na Lei nº 11.340/2006, que é conhecida como Lei Maria da Penha. “No artigo 7º, inciso 4, onde a gente vê que a legislação se preocupou com a situação de a mulher perder seus objetos, seus pertences pessoais que são destruídos pelo companheiro”, salientou a delegada Maria Socorro Sá.
Denúncia
Ainda segundo a delegada, é fundamental que a vítima procure uma delegacia e principalmente uma unidade do Departamento ou Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis. “As equipes que trabalham no DAGV são preparadas para receber as vítimas e conversar com elas, tomando conta daquele problema. O problema só é resolvido quando o Estado toma a providência de preservar a vítima e sua família”, evidenciou.
As denúncias de crimes de violência doméstica contra a mulher podem ser feitas à Polícia Militar pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp - 190) para os casos em que a situação está ocorrendo no momento do chamado à polícia. Os crimes recorrentes podem ser comunicados ao Disque-Denúncia (181). O telefone do DAGV, que fica na Rua Itabaiana, nº 258, bairro São José, em Aracaju, é o (79) 3205-9400.
Fonte: ASCOM/SSP.
segunda-feira, 4 de setembro de 2023
Pais devem ficar atentos ao comportamento das crianças para identificar sinais de crimes sexuais.
Vítimas podem ter dificuldade de falar sobre o fato, mas demonstram sinais comportamentais.
Uma
situação que ainda é crítica e continua acendendo o alerta das autoridades de
segurança pública no Brasil são os crimes que têm como vítimas as crianças. Por
isso, neste Dia Mundial da Infância, 21 de março, a Polícia Civil, por meio da
Delegacia Especial de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima (Depca),
destaca que é preciso cuidado e atenção ao comportamento das crianças
principalmente na internet.
O
delegado Ronaldo Marinho iniciou destacando a importância da data para
enfatizar a necessidade de combater a violência contra as crianças. "É um
dia estabelecido pelo Unicef, e é necessário que a gente alerte toda a
sociedade para a importância de atender e cuidar das nossas crianças e
adolescentes", analisou.
Conforme o delegado, é preciso ficar alerta aos
sinais de que as crianças podem estar sendo vítimas de crime. "Então é
importante que a gente verifique os sinais que nos são dados todos os dias.
Crianças que ficam mais recolhidas ou adolescentes que não querem dialogar com
outras pessoas", citou.
Em paralelo, Ronaldo Marinho
enfatizou que os jovens devem ser tratados conforme a idade. "A criança e
o adolescente não são 'adultos em miniatura'. Devem ser tratados de acordo com
a idade. Qualquer tipo de violência na educação da criança do adolescente deve
ser banida da nossa cultura", relembrou.
Nesse aspecto, o delegado informou que há uma
quantidade muito grande de condutas que violam a integridade física e
psicológica de crianças e adolescentes. "E também nós temos identificado
registros de crimes sexuais, que deixam marcas permanentes na formação da
criança", acrescentou.
E, apesar dos responsáveis terem que manter o
alerta constante sobre o comportamento das crianças, há diversos casos que as
pessoas próximas são as autoras dos crimes contra os jovens. "Sejam
padrastos, pais, mães, tios, irmãos, pessoas da convivência que ganharam
confiança", citou.
Mas esse fato contribui para a resolutividade dos
casos no âmbito das investigações conduzidas pela Polícia Civil. "Nós
educadores e profissionais dos aparatos estatais identificamos os sinais e os
pedidos de socorro. Assim comunicamos às autoridades para que tomem as
providências", reiterou.
Cuidados
especiais
O delegado Ronaldo Marinho enfatizou cuidados
especiais para prevenir que as crianças e adolescentes sejam vítimas de crimes.
"Não podemos deixar os jovens com pessoas que são desconhecidas e devemos
ficar alertas sobre alguma menção à rejeição com algum parente", destacou.
Além desse cuidado, conforme mencionou o delegado,
os pais e responsáveis devem ficar atentos ao que os jovens têm acesso na
internet. "Os pais devem ter controle sobre o que as crianças e
adolescentes acessam na internet. Esse acesso à internet deve ser acompanhado
diretamente pelos pais", ressaltou.
Denúncias
A Polícia Civil pede que toda a sociedade denuncie
os crimes praticados contra crianças e adolescentes em Sergipe. Os casos
urgentes e de flagrantes devem ser comunicados à Polícia Militar, no telefone
190. Os crimes recorrentes podem ser denunciados ao Disque-Denúncia (181). O
telefone do DAGV é o (79) 3205-9400.




