terça-feira, 18 de julho de 2017

POLÍCIA MILITAR ENXUGANDO GELO: HOMEM PRESO COM 50 QUILOS DE MACONHA É SOLTO NA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA, NO DIA SEGUINTE À SUA PRISÃO EM FLAGRANTE.



O infrator Tiago dos Santos, que foi preso no último dia 13 por policiais militares do 1º Batalhão, com 50 quilos de maconha.

Ocorre que, mesmo respondendo por outros crimes graves, lamentavelmente, o flagranteado foi liberado no dia seguinte à sua prisão, ou seja, no dia 14, durante a audiência de custódia, sendo expedido seu alvará de soltura e o mesmo passará a utilizar tornozeleira eletrônica.

Assassinos, latrocidas e outros criminosos de alta periculosidade devem estar presos até que aprendam a viver em sociedade. Você não acha?

Apesar das falhas na lei, os bravos e abnegados policiais militares continuam nas ruas, dando seu melhor em prol da sociedade.

Matéria do blog Espaço Militar

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RESPEITO É BOM, PRINCIPALMENTE PARA COM AS MULHERES.


O espaço público é o ambiente mais citado por mulheres jovens como local em que não há segurança e onde elas se sentem mais desrespeitadas. Pesquisa da organização Énóis Inteligência Jovem indica que o 72% dos assédios físicos ocorreram com desconhecidos em transporte público, baladas ou parques. Cerca de 94% das entrevistadas relataram que já foram assediadas verbalmente nas ruas e 77% disseram que o assédio foi físico, desde estupro até o toque ou beijo forçado na balada. Cruz credo!

Fonte: Blog do jornalista Adiberto de Souza

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ARACAJU ELEITA A 29ª CIDADE MAIS SEGURA. ARACAJUANOS AFIRMA QUE PESQUISA É IRREAL.



29ª cidade mais segura do Brasil. Foi assim que Aracaju foi exposta para todo o país em uma matéria da Revista Exame, em sua plataforma online.

A informação do site é fruto do ranking Connected Smart Cities, que faz parte da consultoria Urban Systems, e foi recebida por muitos sergipanos como surpresa, especialmente, quem mora em áreas da periferia.

Durante a semana, tanto o Governo do Estado, quanto a Secretaria de Segurança Pública analisaram o ranking de forma positiva e atribuíram o resultado aos trabalhos feitos nos últimos tempos pelas Polícias Civil e Militar, guardas-municipais, agentes de trânsito, entre outros profissionais.

CONTRADIÇÕES 

Contudo, a população afirma que a pesquisa não condiz com a realidade e que o clima de insegurança ainda é imenso. Para o aposentado Jair Lima, ainda há muito o que ser feito para Aracaju voltar a ser segura. 

"Não concordo, nem discordo dessa pesquisa. Mas vejo isso como um fantoche. Se você pergunta ao 
cidadão comum, ele vai dizer que está violento. Se perguntar a um governante, não. É muito complexo. Eu te digo que na terra, ninguém está seguro", comenta.

Moradora do Centro da cidade, Thais Pereira comenta que o local tem se tornado cada dia mais perigoso e explica que a pesquisa parece uma brincadeira de mal gosto.

O DIA A DIA

"Não entendo como está na lista das mais seguras, porque não é isso que sinto aqui no Centro da Cidade todos os dias. Se você vacilar, até um dia calmo, você dança na mão do ladrão. O que eu tenho feito, sinceramente, é andar sem nada de valor. Deixo meu celular em casa e faço o que tenho que fazer", ressalta.

Thais comenta que acha engraçado uma pesquisa desse tipo de temática ter sido solta num momento em que Aracaju, até pouco tempo, foi colocada como a cidade mais perigosa do Brasil.

OUTRO LADO

O morador da cidade de Itabaiana, que também não tem apresentado dados animadores nos últimos tempos, Airton Evangelista, diz que não existe a possibilidade de concordar com uma situação tão notória. 

"Aracaju já foi segura, calma e com qualidade de vida. Mas hoje, não é mais. Quando venho para cá, eu sempre tomo cuidado, mas na verdade, é preciso tomar cuidado em qualquer lugar do Estado. É necessário manter um olho aberto e outro fechado", frisa.

A Equipe de Reportagem entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública - SSP/SE para obter informações sobre o assunto. De acordo com a SSP, em Sergipe, eles estão fazendo o dever de casa, reduzindo os números de crimes violentos letais intencionais, aumentando o efetivo da Polícia Civil e Polícia Militar e discutindo semanalmente as estatísticas criminais no Gabinete de Gestão. 

"Entendemos que seja natural o sentimento de desconfiança da população, porque a taxa de crimes em Sergipe ainda é alta, mas a pesquisa atesta um esforço que tem sido feito ultimamente e a sociedade precisa ser parceira para que possamos chegar a números, outrora, aceitáveis", afirmou a SSP em nota.

Fonte: Cinform

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BOMBEIROS SÃO ACIONADOS PARA RESGATAREM QUATRO VÍTIMAS DE AFOGAMENTO EM SERGIPE.

Casos ocorreram de sexta a domingo em municípios do interior

Uma das vítimas localizadas pelos bombeiros nesse fim de semana (Foto enviada pelo CBM)

Entre a última sexta-feira, 14, e o domingo, 16, quatro homens foram vítimas de afogamento em Sergipe. O primeiro caso ocorreu em Riachuelo, na sexta. No sábado, foi registrado mais uma ocorrência em Amparo do São Francisco. Já no domingo, 16, um caso ocorreu em Laranjeiras e outro na Barra dos Coqueiros, quando três homens foram arrastados pelas água do rio que banha o município. Um deles ainda não foi localizado.

O último caso ocorreu no povoado Olho D’água, quando os homens decidiram nadar. Algum tempo depois, eles começaram a ser puxados pela correnteza. Dois deles conseguiram sair sozinhos, mas um foi arrastado pela água. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) foram acionadas, mas não conseguiram localizar a vítima. Nesta segunda-feira, 17, mais equipes voltaram ao local para tentar resgatar o corpo.

De acordo com o major Hector Monteiro, comandante do 4º Grupamento do CBM, os casos ocorreram porque as vítimas não conhecem as áreas em que decidem fazer os mergulhos e, por isso, ocorrem os afogamentos. Além disso, não utilizam equipamentos de segurança como colete salva-vidas.

No último sábado, 15, a Marinha do Brasil voltou a emitir alerta para possibilidade de ondas e ventos fortes no litoral nordestino. As ondas podem chegar até 3,5 metros até as 9h da segunda-feira, 17.

Fotne: Infonet (Jéssica França)

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QUEM É A VÍTIMA? EXCELENTE ARTIGO DE UMA JUÍZA DE DIREITO. CONFIRAM.


Debater violência urbana pressupõe alguns princípios inegociáveis, como o Estado não ser condescendente com o crime, pois isso é uma questão de humanidade para se poder viver em comunidade.

O criminoso sabe que, flagrado, deve se submeter à autoridade do Estado. O policial militar representa essa autoridade, portanto, ao flagrar o indivíduo na prática de crime, este deve(ria) se entregar.

O que se tem visto, porém, é que o criminoso quer ganhar sempre, premido pela regra capitalista que o norteia. Parênteses: o criminoso é o maior capitalista que se conhece. Mas é perverso. Oprime os cidadãos da comunidade onde mora, oprime os presos mais vulneráveis no sistema carcerário que o Estado não domina, oprime os indivíduos-policiais fragilizados pelos salários parcelados de um Estado falido, oprime uma instituição-polícia desconstruída por discursos maldosos que pregam ser contra o cidadão, oprime os poderes constituídos, colocando-se na posição de vítima da sociedade. Ele oprime a mim e a você, pois com o discurso vitimista nos faz confundir as coisas, não saber mais quem é vítima e quem é criminoso, ou quem é o lobo de quem.

Por isso é que só o juiz pode, em cada caso e diante das provas concretas, definir a situação particular de cada um.

O criminoso, como categoria, não é oprimido, mas opressor, e o policial, como categoria, não é opressor, mas protetor da comunidade. A quem serve plantar na população desconfiança e hostilidade contra as autoridades, se não ao crime?

Não importa nesta análise se há ou não maus policiais, pois sabe-se que há. Há maus "tudo". Os maus devem ser punidos na medida de seus erros. Haverá quem diga que há também o "bom" criminoso. Mesmo ele, porém, está no crime. Só isso basta a diferenciar, como "categoria", crime e polícia. Não são "instituições" comparáveis. Portanto, é tremenda inversão de valores vender a ideia de polícia contra cidadão, pois isso só engrandece o crime.

Nenhuma instituição do Estado deve ser propagada como contrária ao cidadão.

Assim, num flagrante de crime (como casos recentes em que houve confronto armado), injusto focar o debate na conduta do policial sem questionar a do criminoso, a quem, flagrado, cabia de imediato se entregar e evitar qualquer confronto, pois é ele quem está fora da lei. E isso é inegociável.

Artigo da Juíza de Direito Betina Meinhardt Ronchetti

Fonte: Zero Hora

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