sexta-feira, 15 de abril de 2016

MUITOS MILITARES E APOIADORES DA CLASSE JÁ ESTÃO PLOTANDO SEUS CARROS E OUTROS LOCAIS COM O DIZER: "INTEGRAÇÃO NA SSP COMEÇA COM ISONOMIA".









Quem desejar fazer a colocação do adesivo em seu veículo ou outro local que tenha visibilidade, é só entrar em contrato através do telefone 99957-3242.

Postado por ESPAÇO MILITAR

INTEGRAÇÃO NA SSP COMEÇA COM ISONOMIA.




Está na hora da classe militar se conscientizar cada vez mais da sua importância na SSP, bem como, da importância em se valorizar.

Sabemos do apartheid que ainda existe dentro da SSP entre as duas classes civil e militar.

Prega-se integração na SSP, mas esta integração somente se efetivará, quando houver isonomia, onde todos recebam igualdade de tratamento.

Veja o que a Polícia Civil, que de forma justa tem, que a Polícia Militar e o Bombeiro Militar não têm:

- Nível superior para o ingresso.

- Carga horária definida.

- Promoção automática.

- Presunção de inocência.

- Lei de subsídio aprovada.

Por isso, é a hora dos militares irem à luta e mostrarem para a sociedade esta diferença existente, divulgando através da colocação de adesivo no fundo dos veículos, bem como, através de panfletos que já estão sendo confeccionados para a devida distribuição.

Quem desejar fazer a colocação do adesivo em seu veículo, é só entrar em contrato através do telefone 99957-3242.

É hora de unir para lutar e conquistar!


Postado por ESPAÇO MILITAR

"HÁ TRÊS COISAS NA VIDA QUE NÃO VOLTAM ATRÁS: A FLECHA LANÇADA, A OPORTUNIDADE PERDIDA E A PALAVRA PRONUNCIADA".


Inicio o texto usando a frase bastante conhecida, de autoria desconhecida, para fazer analogia com julgamentos recentes envolvendo lideranças associativas da Polícia Militar.

No mês de julho de 2011, quando em viagem, tomei conhecimento que um dos gestores da antiga Caixa Beneficente teria ido a um programa de rádio me acusar de ter me apropriado de valores da referida associação. Como não me encontrava no Estado, não tive a oportunidade de me defender da mesma forma. Todavia, o estrago já havia sido feito.

Um nome construído ao longo de toda uma carreira devotada a servir a sociedade e à nossa querida Polícia Militar, jogado na lama.

Fui indiciado, processado (TJSE/ 201421200109) julgado e absolvido. Porém, até esse caminho longo ser percorrido, perdi minha paz, a credibilidade – perante os que não conhecem a fundo minha índole – e passei a entender o quanto é perigoso você lidar com aqueles que manipulam o Direito (especialmente o Penal Militar) a seu bel prazer.

Semana passada, tive a alegria de saber que mais três companheiros de luta foram absolvidos de mais um processo inventado com o claro intuito de prejudicar lideranças classistas.

Em mais um processo inventado envolvendo a antiga associação (TJSE/201421200174), foram absolvidos os Cel Péricles, SGT Vieira e SGT Edgard.

As duas absolvições tiveram um ponto em comum. Em ambas, o próprio Ministério Público pediu a absolvição dos militares já mencionados.

E agora?

Até quando vai continuar essa patacoada vergonhosa de provocar o poder judiciário com ações imbecis, envolvendo a estrutura do Estado, que poderia muito bem estar sendo canalizada na prestação de um bom serviço à sociedade?

Falando por mim, como vice-presidente da AMESE e pelo Sargento Vieira – presidente e o mais processado de todos – foram bastante duros conosco com tais invencionices, prejudicando nossas carreiras e manchando nossas imagens perante a sociedade e demais colegas militares.

Onde estão aqueles que foram aos programas de rádio, aos sites “jornalísticos”, às redes sociais com voracidade ferina para nos prejudicar? Onde encontrar um pedido de desculpas formal de todos que nos vilipendiaram?

Desse relato vocês já tem uma ideia do preço que paga por quem dedica sua vida a lutar pela categoria.

Sigamos em frente.

QUE DEUS NOS AJUDE.

Capitão Ildomário Gomes
Vice-Presidente da AMESE


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NO PROGRAMA FALA SEGURANÇA DESTE SÁBADO O SARGENTO VIEIRA TRARÁ INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA A CLASSE MILITAR. OUTRAS ENTREVISTAS JÁ ESTÃO AGENDADAS COM A DRª. SUELY BARRETO E A DRª. EUZA MISSANO.




Neste sábado, dia 16, das 11 às 12 horas, na rádio Jornal AM 540, no Programa Fala Segurança, apresentado pelo radialista Sargento Eduardo (Dudu), o Sargento Vieira estará trazendo informações importantes para a classe militar.

Ligue 3234-3232 e participe do programa.

Envie também sua pergunta para o whatsapp do programa Fala Segurança: 99116-6763.

Ouça também o programa através da internet clicando no link a seguir: http://ajn1.com.br/

Já estão agendadas as seguintes entrevistas:

- Dia 30 de abril:


Com a coordenadora do projeto Independência Química, Drª. Suely Barreto, que trabalha com prevenção às drogas e álcool no município de Estância, cujo projeto muito bem organizado, vem surtindo excelentes efeitos.
- Dia 07 de maio:

Com a Promotor de Justiça Drª. Euza Missano, que abordará diversos temas na área do consumidor, como planos de saúde, empréstimos, dentre outros.


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segunda-feira, 11 de abril de 2016

ASSESSORIA JURÍDICA DA AMESE OBTÉM OUTRA VITÓRIA, DESTA FEITA PARA O PRESIDENTE DA ENTIDADE.

A assessoria jurídica da AMESE, através do Dr. Márlio Damasceno e do Dr. Clay Anderson, advogados da área criminal, obteve mais uma vitória para, desta feita, para o presidente da associação Sargento Vieira, em processo que tramitava perante a 2ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju, o qual, juntamente com o Coronel Péricles e o Sargento Edgard, era acusados de suposta apropriação indébita à época que eram gestores da ABSMSE (antiga Caixa Beneficente).
A sentença absolutória foi publicada no dia de ontem, no Diário da Justiça, ressaltando, que a própria representante do Ministério Público, Drª. Juliana, pugnou pela absolvição dos acusados em suas alegações finais.
Ao falar acerca do caso o Sargento Vieira disse: "A Deus toda honra e toda glória para sempre. Pedi muito a Deus que desse vida e saúde a determinadas pessoas que faziam diversas cíticas e acusações, achando que eu, Péricles e Edgard tínhamos nos apropriado de dinheiro da Caixa Beneficente. Ontem, mais uma vez a justiça foi feita, pois conseguimos provar que jamais dilapidamos o patrimônio daquela associação, até porque, quando passamos a geri-la, encontrava-se em situação difícil financeiramente, com inúmeras ações judiciais e débitos a pagar. Agora, os que tanto criticavam e acusavam sem qualquer prova, agora vão ter que aceitar a verdade, qual seja, que somos comprovadamente inocentes".

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