segunda-feira, 6 de julho de 2015

REAJUSTE.


Dentro de 15 ou 20 dias, o governador Jackson Barreto (PMDB) revelará se adotará um reajuste linear para todos os servidores ou se evitará a correção salarial agora para viabilizar o primeiro disparo do gatilho do Plano de Cargos, Carreiras e Valorização (PCCV). Para alguns dirigentes sindicais o disparo seria a melhor opção. Só que teria que aguardar mais alguns meses, por causa do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Esta informação é do blog Primeira Mão.


Fonte: Blog do jornalista Adiberto de Souza


POR QUE NÃO VALORIZAR A BASE? (NOVINHOS)

O ano está caminhando e, pelo visto, numa velocidade impressionante.


Hoje falaremos, especificamente, dos “Novinhos”, como muitos designam esse adjetivo aos policiais que entraram recentemente na Polícia Militar e que não completaram ainda os 10 anos de efetivo serviço, atingindo a sua estabilidade (outra coisa completamente estapafúrdia em nosso meio como servidores).


A legislação atual, Lei 12.086/2009, foi elaborada para atender as necessidades da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. No entanto, e aí está o cerne da questão, na nossa co-irmã militar (CBMDF) a Lei foi e está sendo aplicada à risca. Porque na PMDF isso não está acontecendo?


Hoje, praticamente, não existem mais soldados no Corpo de Bombeiros Militar, exceto os recém formados no último concurso, ao passo que na Polícia Militar, pasmem, temos policiais que completarão em dezembro desse ano mais de cinco anos na mesma graduação (CFP1 e CFP2).


Acho que chegou o momento de alertarmos ao comando da corporação de que a base da Polícia Militar são os Soldados e Cabos (independentemente de antigos ou novinhos), não desmerecendo as demais graduações. São esses os elementos verdadeiramente de execução que estão na linha de frente do dia-a-dia enfrentando e mantendo a ordem pública de nossa capital. Houve o tempo, verdade, em que irresponsáveis aliados a governos igualmente descompromissados chegaram a afirmar que eles “não existiam”. Mas existem SIM! E com todo orgulho e pompa que merecem por fazer essa máquina administrativa chamada Polícia Militar (que diga-se de passagem é uma empresa), funcionar. Então, que venha o respeito a esses profissionais que, assim como um Sargento, um Subtenente ou um Oficial, são profissionais de Segurança Pública.


De acordo com a última atualização do Almanaque das Praças da PMDF, feito agora dia 01/07/2015, temos 824 claros (vagas abertas) para cabos, fora os agregados que não contam vagas para promoções. Além disso, existe ainda a perspectiva de que em agosto 187 cabos sejam alçados à graduação de 3º Sargentos. Mas se buscarmos melhor e analisarmos a debandada em massa que está acontecendo dentro da instituição, facilmente chegaremos aos 1200 claros até o final do ano.


Então questionamos: Porque não estão sendo promovidos esses policiais pelo comando da corporação já que esse é um poder discricionário dele? Porque no CBMDF os soldados BM foram promovidos com 2 anos de serviço sendo que a legislação é a mesma? Será que está carregando consigo o mesmo pensamento de ex-comandantes que só trouxeram desagregação à classe ao afirmar que eles não existiam? Vai arriscar sofrer um processo por improbidade já que o Art. 5º da Lei 12.086/2009 é absolutamente claro e a paciência dos integrantes da corporação já se esgotou há muito tempo? E a Casa Militar? Está municiando o governador Rolemberg dessas informações, principalmente mediante as críticas recentes sobre a má gestão na Segurança Pública e em especial a desmotivação que reina na Polícia Militar?


É passado o momento de todos os nossos oficiais que estão empenhados na gestão de nossa corporação se convencerem e assessorarem o Comando Geral de que o Soldado, em especial, deve ser valorizado SIM, assim como eles que com 10 anos de efetivo serviço já atingiram até 3 promoções. A Polícia Militar é uma instituição bicentenária que pertence a todos nós e dela devemos cuidar e zelar, em todos os aspectos. Precisamos deixar de ser POLÍCIA DE GOVERNOS para sermos verdadeiramente POLÍCIA DE ESTADO, e essa consciência tem que começar de dentro para fora, doa a quem doer.


Logo voltaremos a falar mais sobre esse assunto! Por enquanto, é só a primeira parte!


Fonte: Tenente Poliglota

PT DEFENDE FIM DO INQUÉRITO POLICIAL, CARREIRA ÚNICA E CICLO COMPLETO.

Modernização da Investigação, Fim do Inquérito Policial, Ciclo Completo de Polícia e Carreira Única foram mudanças defendidas pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no tema Segurança Pública. Partidos de oposição, como PSDB e DEM, ainda não se posicionaram sobre essas bandeiras de luta dos profissionais de segurança. E agora?
O Partido dos Trabalhadores, PT, discutiu no seu 5º Congresso Nacional, realizado em Salvador/BA no último dia 21 de junho, suas diretrizes para uma nova segurança pública brasileira.


Foi mais uma vez divulgado e confirmado neste congresso, através da chamada “Carta de Salvador”, a intenção do partido em aplicar a modernização da investigação, o chamado ciclo completo de polícia e a carreira única, bandeiras de luta da grande maioria das instituições representantes dos policiais brasileiros.


Os atuais partidos de oposição, principalmente o PSDB e o DEM, nunca defenderam efetivamente alguma mudança na estrutura da segurança pública brasileira, como o PT passa a defender com a divulgação desta carta.


Fica a pergunta, qual partido político realmente deseja realizar mudanças estruturais na Segurança Pública Brasileira? Quem realmente defende o Ciclo Completo de Polícia e a Carreira Única? Vamos esperar que as mudanças sejam efetivamente propostas e, ao menos, votadas no Congresso Nacional.


Leia algumas das principais intenções de mudanças anunciadas pelo PT, referente ao tema Segurança Pública, segundo a Resolução 17 da Carta de Salvador:


1- Modernização da Investigação


Acabar com a investigação cartorial assentada sobre o ineficaz inquérito policial, pois além de ser obsoleta, ela traz de forma latente as figuras inquisitoriais do indiciamento e da intimação para depor em unidade policial, extremamente atentatórias aos direitos individuais do cidadão. Como contraponto, implementar um modelo de investigação contemporâneo, conforme as polícias investigativas de países democráticos, que utilizam de metodologia científica para a produção do conhecimento, mecanismo que reduz a dependência das oitivas em sede policial, bem como da busca da confissão por meio de interrogatórios. A herança ideológica e instrumental das polícias, na maioria das vezes as transformam em polícias políticas que perseguem os partidos e organizações vinculados às causas populares e progressistas, com o discurso público do combate à corrupção.


2- Carreira Única


Reformar as carreiras das diferentes polícias garantindo a entrada única e a possibilidade de progressão até o nível mais alto da hierarquia. A existência de duplicidade de carreiras, com estatura distinta nas diversas instituições policiais, é reconhecidamente causadora de graves conflitos internos e ineficiências. É preciso registrar que essa medida não é incompatível com o princípio hierárquico ou com o estabelecimento de gradação interna à carreira, que permita a ascensão do profissional (adaptado do texto da PEC 51).


3- Desmilitarização


O ideário militar de combate ao inimigo é virtualmente impossível de ser conciliado com a aspiração de uma polícia cidadã, garantidora de direitos e imbuída na missão de servir e proteger. As polícias devem ser defensoras do conjunto da sociedade, e não da parte privilegiada desta. Mais do que romper com o modelo militarizado, deve-se retirar a previsão existente das PMs enquanto forças auxiliares e reserva do Exército. É preciso promover a compreensão de que a manutenção das Forças Armadas como superiores hierárquicas do policiamento ostensivo representa uma herança autoritária. Neste tema, é um retrocesso o aumento de competências das Forças Armadas na Segurança Pública promovidos pelas Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Como todas as democracias desenvolvidas, precisamos valorizar nossas polícias e não retroceder ao militarismo.


4- Ciclo Completo de Polícia


A concentração das atividades ostensivas e investigativas, prevenção e repressão, em uma mesma força, notadamente nas atuais polícias ostensivas (ainda militares), trará enorme impacto positivo nos índices de elucidação de delitos. Este modelo possibilitará que sejam levados diretamente às barras da Justiça os autores de crimes ordinários, ao passo que desafogará as polícias investigativas (civis) para se especializarem em crimes de maior complexidade e gravidade, como assassinatos, sequestros e combate às organizações criminosas. Paralelamente, devemos fortalecer a integração das Polícias Civis e Militares e do controle externo dos órgãos policiais por meio de Ouvidorias autônomas, o fim dos tribunais militares, a criação de corregedoria única, externa e independente e o estabelecimento de meios de participação comunitária e controle social.


5- Formação e Profissionalização da Gestão


A formação policial tem um papel estratégico. É por meio dela que podemos superar a herança autoritária e construir uma concepção de policiamento e de polícia adequados para os padrões democráticos, estimulando a formação de lideranças, o engajamento para a construção de uma cultura de paz, e com as habilidades necessárias para a criação de vínculos com as comunidades e as redes de serviços sociais. Também se deve promover a produção de conhecimento e, sobretudo, a formulação de indicadores de desempenho da atividade policial e de mecanismos para sua divulgação interna e externamente.


6- Ações Preventivas


O enfoque preventivo precisa ser defendido e demonstrado como principal caminho para a redução da violência. Precisamos retomar com prioridade a política de controle e entrega voluntária de armas de fogo, estruturar e fortalecer políticas territorializadas integradas de proteção e prevenção à violência em relação a crianças e adolescentes, fortalecer as Guardas Municipais para a gestão dessas políticas preventivas, em parceria com os municípios.


9- Direitos Humanos e Segurança Pública


Precisamos superar o pesado fardo da Ditadura Militar, que nos legou um sistema de Segurança Pública sem transparência, sem participação social e orientado para práticas reativas de policiamento, isso sem falar das absurdas taxas de letalidade policial, os abusos e a tortura praticados pela polícia. Precisamos superar o falso antagonismo entre Direitos Humanos e Segurança Pública, criado pela Doutrina de Segurança Nacional. Na democracia, um não existe sem o outro.


12- Seminário Nacional


Ante o conjunto de medidas apresentadas acima, propomos que o PT convoque um Encontro Nacional Específico sobre este tema, em parceria com a Fundação Perseu Abramo, com a participação de especialistas, intelectuais, ativistas e profissionais da área, para construir um projeto profundo para a Segurança Pública do Brasil, com base nas propostas aqui defendidas.


Acesse aqui a Carta de Salvador na íntegra: Carta de Salvador


Fonte: Portal Saga Policial

domingo, 5 de julho de 2015

AVISO DE MUDANÇA DE ENDEREÇO




A AMESE vem a público informar que está funcionando em nova sede, situada à Rua Boquim, nº 159 - Pavimento Superior, em frente ao portão lateral do QCG e vizinho ao antigo seu endereço.

QUAL O VALOR DE UM POLICIAL?




Fonte: Ser Policial Por Amor