quarta-feira, 20 de maio de 2015

AUDIÊNCIAS DESTACAM AGRESSÕES COMETIDAS POR PM

Testemunhas foram ouvidas no Fórum Gumersindo Bessa



Tenente coronel Eliezer Santana (Foto: Arquivo Portal Infonet) 



Foi realizada na manhã desta terça-feira, 19, na 6ª Vara Criminal do Fórum Gumersindo Bessa, uma audiência presidida pela juíza militar Lidiane dos Santos Andrade, sobre o processo em que o tenente coronel da Polícia Militar de Sergipe, Eliezer da Silva Santana, é acusado de agredir o cabo da PM, lotado no Presídio Militar (Presmil), Antonio Carlos Gratuliano Matos de Barros. O fato foi registrado em 02 de setembro de 2013, quando o tenente coronel da PM teria empurrado um portão por cima do cabo Gratuliano, machucando o braço.

Na audiência desta manhã, foram ouvidos três policiais [Emílio Alves, José Fernando da Costa e José Lima], que confirmaram o desacato com lesão por parte do tenente coronel que continua cumprindo pena no Presmil, que teria sido iniciado em virtude de um fardamento e da “intromissão” do tenente coronel Eliezer Santana.



Advogado Erick Furtado (Foto: Portal Infonet) 



“Eu estava preso no Presídio Militar há uns três, quatro dias e o cabo Gratuliano ia me levar para uma audiência, só que ele disse que eu tinha que antes fazer o exame de Corpo de Delito no IML e que eu não podia ir com a farda do presídio. Nisso o tenente coronel Eliezer se meteu na conversa dizendo que eu já tava fardado e o cabo Gratuliano respondeu que deixasse que a conversa era comigo e ele ficou nervoso e quando eu estava do lado do cabo, o tenente coronel empurrou a grade arranhando o braço do cabo e dizendo que não bateu nele porque não quis”, relata.


O policial José Fernando da Costa contou no depoimento que à época trabalhava do setor psicossocial do Presmil. “Eu ouvi o barulho e corri com o objetivo de sanar para não acontecer coisa pior, perguntei se Eliezer bateu no cabo e ele respondeu ‘não bati porque não quis’. O cabo Gratuliano foi encaminhado para fazer corpo de delito no IML e eu lancei o ocorrido no livro”, diz.

De acordo com o cabo Gratuliano, por volta das 7h30 quando chegou ao Presmil, se dirigiu ao portão para falar com José Lima. “Fui saber para onde ele ia e a resposta foi que ia para uma audiência. Quando estava explicando que ele tinha antes fazer exame de corpo de delito no IML e que não podia ir com a farda do Presmil, o coronel Eliezer se meteu na conversa, eu pedi licença e disse para não atrapalhar a comunicação com J. Lima, dizendo ainda que ele estava preso, foi quando ele partiu com agressividade e empurrou o portão por cima de mim. A lingueta bateu no meu braço e perguntei se ele ia me bater, quando respondeu: só não bati porque não quis”, afirma o cabo Gratuliano acrescentando nunca ter tido qualquer desavença com o tenente coronel Eliezer, ou com qualquer outra pessoa na Polícia Militar.



Defesa


O advogado do tenente coronel Eliezer Santana, Erick Furtado Nunes, informou que ainda não foi realizada a instrução criminal. “Vai se prosseguir agora a oitiva das testemunhas de defesa, posteriormente não havendo qualquer diligência ao Ministério Público vai se prosseguir para o julgamento perante o Conselho de Justiça”, destaca acrescentando que a defesa trabalha na inexistência da lesão e que o tenente coronel Eliezer continua preso, tendo sido condenado há alguns anos por outros crimes.



Outra agressão


Também na manhã desta terça-feira, aconteceu a audiência em que o tenente-coronel Eliezer Santana é acusado de agressões contra a juíza Juliana Nogueira Galvão Martins.

O Ministério Público desistiu da oitiva da testemunha do Corpo de Bombeiros Edmilson Bispo dos Santos, mas a defesa insistiu na oitiva. A juíza Lidiane dos Santos Andrade deferiu pedido da defesa fixando prazo de 15 dias para resposta, tendo sido marcada nova audiência para o dia 16 de julho.


Por Aldaci de Souza

BANDIDOS INVADEM PIZZARIA, ROUBAM CLIENTES E LEVAM GAVETA DA CAIXA REGISTRADORA




Mais uma pizzaria foi invadida por marginais que armados, rendem proprietários, funcionários e clientes e roubam bens e dinheiros das vitimas.
Uma pizzaria localizada na avenida Francisco Porto em Aracaju, foi assaltada por dois elementos armados na noite desta terça-feira (19). As informações passadas por um dos sócios do estabelecimento comercial na delegacia plantonista, é de que os dois elementos chegaram como se fossem clientes e em seguida apontaram as armas e anunciaram o assalto.
O empresário disse que os dois assaltantes ordenaram que todos colocassem as mãos na cabeça e permanecessem quietos. Em seguida os dois marginais ordenaram que fossem colocados os objetos em cima de uma mesa e começaram a recolher dinheiro, jóias e aparelhos de telefones moveis.
De posse dos produtos roubados, os bandidos levaram ainda a gaveta da caixa registradora da pizzaria com cerca de R$ 1.900,00.
Em seguida fugiram, porém um dos celulares carregados pelos marginais tinha GPS e ao notarem o dispositivo no aparelho, os marginais jogaram o celular na esquina da rua Japaratuba e Airton Teles. O aparelho foi recuperado pela PM que o devolveu à proprietária.
Em seguida não foi mais possível saber para onde os dois assaltantes foram e até o momento ninguém foi preso.

http://www.faxaju.com.br/conteudo.asp?id=202534

EUA: Obama limita a entrega de material militar à polícia

Policiais anti-distúrbio em Ferguson. Foto Reuters

O Governo dos Estados Unidos limitará a entrega de material do Departamento de Defesa às corporações de polícia estaduais e municipais. A decisão, que o presidente Barack Obama anunciou nesta segunda-feira em Nova Jersey, é uma consequência dos protestos de agosto em Ferguson, depois da morte de um negro desarmado.

A mobilização de agentes com aparato e métodos militares nessa localidade de Missouri avivou os protestos e provocou um debate nacional. Agora é prática habitual que o Pentágono transfira às polícias locais o material militar que sobra.

A cena era chocante. Eram por volta de cinco da tarde na pouco agradável avenida comercial de Ferguson, epicentro dos protestos no início de agosto pela morte de um afro-americano de 18 anos por disparos de um policial branco. Umas 200 pessoas bloqueavam pacificamente a avenida. Diante delas, uma imponente fileira de dezenas de policiais antimotim com indumentária militar e fuzis pendurados no ombro. Ao lado, vários utilitários blindados com um agente posicionado no teto e que apontava para os manifestantes com um fuzil de precisão. Podia parecer um destacamento militar em um conflituoso país distante, como o Afeganistão ou o Iraque. Mas era em um município de apenas 20.000 habitantes no Meio Oeste dos EUA.

A partir desta segunda-feira, cenas como essa em Ferguson e outras localidades do país serão mais raras. A Casa Branca anunciou que vai pôr em prática, em outubro, as recomendações de revisar nos Departamentos de Defesa, Justiça e Segurança Nacional os programas de entrega de equipamento –iniciados nos anos noventa– às corporações policiais estaduais e municipais.

O grupo de trabalho, criado por Obama depois dos distúrbios em Ferguson, propôs proibir a concessão de determinado material (veículos similares a tanques, fuzis de grosso calibre, lançadores de granadas ou aparatos aéreos armados), endurecer os requisitos para obtenção de equipamentos e penalizar o mau uso.

O relatório revela “falta de consistência no modo como os programas federais são estruturados, implementados e auditados”. O programa mais polêmico é o do Pentágono, que permite entregar grátis ou a preços baixos o material militar que sobra. A supervisão é frouxa, o que propicia situações assombrosas, como a de uma pequena localidade de Wisconsin onde os eventos são corriqueiros, mas a polícia dispõe de um veículo blindado com capacidade para resistir à explosão de minas.

Obama detalhou as novas diretrizes em uma visita a Camden (Nova Jersey), uma das cidades mais pobres e inseguras dos EUA, transformada em um modelo de melhora nas relações entre as forças da ordem e os moradores depois que a polícia do condado assumiu o controle local.

“Vimos como o equipamento militar pode às vezes dar às pessoas a sensação de que há uma força de ocupação, em lugar de uma força que faz parte da comunidade e as está protegendo e servindo”, disse o presidente. “Pode alienar e intimidar os moradores, e mandar a mensagem errada. Assim, vamos proibir material feito para o campo de batalha que seja inadequado para os departamentos locais de polícia.”

Os protestos de Ferguson —e outros resultantes de mortes de negros desarmados em cidades como Nova York e Baltimore– forçaram Obama a agir e começam a produzir mudanças palpáveis. O presidente democrata enfrenta um complexo jogo de equilíbrios: diz entender a “desconfiança” das comunidades negras com o sistema policial e judicial, mas evita criticar esses sistemas e refletir com profundidade sobre sua experiência pessoal por ser o primeiro presidente afro-americano dos EUA.

Os relatórios internos e suas recomendações são uma rotina da Casa Branca depois de cada episódio de tensão racial. Lyndon Johnson nos anos sessenta e Bill Clinton nos noventa também os encomendaram. Mas as feridas, como evidenciam os protestos do último ano, estão longe de estar curadas.

É cedo para saber se Ferguson terá um efeito duradouro, mas, por ora, não ficou sendo um episódio isolado, e desencadeou um maior exame das práticas policiais e mudanças no curto prazo. A capacidade de Obama é limitada: só controla o Governo federal, mas pode tentar condicionar o debate. Com base nas recomendações de outro grupo de especialistas, defendeu que os policiais levem câmeras de vídeo em seus uniformes e a melhoria das bases de dados sobre incidentes com armas.

Fonte: El País

A estética da Polícia Italiana (Polizia di Stato)

Selecionamos algumas fotografias da Polícia Italiana (Polizia di Stato) para que o leitor compare a estética daquela organização com o das polícias ostensivas brasileiras:

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato

Polícia Italiana (Polizia di Stato
Polícia Italiana (Polizia di Stato
Fonte: http://abordagempolicial.com/2015/05/a-estetica-da-policia-italiana-polizia-di-stato/

O QUE ESTÁ HAVENDO COM A POLÍCIA MILITAR?


Algo de muito estranho anda ocorrendo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF): a corporação está sem planos de Saúde; os policias são submetidos a punições absurdas; tem sindicância por causa de um simples mascar de chiclete ou por não usar o boné; além de major sendo exonerado por ser eficiente. Ou seja, uma coisa mais esdrúxula que a outra. Difícil de acreditar. 

Tudo isso vai desmotivando toda a tropa e deve ser por isso que muitos policiais militares estão desistindo da PM e fazendo concurso para outras áreas. Enquanto isso, o efetivo da polícia só diminui e nem estou citando os quase mil policiais que foram para A RESERVA remunerada.

Entretanto, o fim da picada foi uma circular que o blog teve acesso. O termo é assinado pelo Coronel Jahir Lobo Rodrigues, Secretário Geral da PMDF. No documento só entra pela frente se for coronel ou autoridade, o policial militar "comum", se quiser, que entre pela porta dos fundos. Isso mesmo, os PMs de patente inferior só podem entrar se for pelas portas dos fundos!

Nem sei se essa circular é ilegal, mas é no mínimo imoral e discriminatória. Qual o problema do Policial Militar, que trabalha na sede comando, entrar pela frente? O piso é de ouro? Só oficial que é gente? Que polícia é essa? 

Infelizmente, a PMDF não vive uma fase boa e a guerra de egos sabota a instituição. Parece que cada um quer mandar mais que o outro, uma verdadeira guerra de boicotes internos.

A moral da história é que, enquanto essas picuinhas tomam conta da PM, a bandidagem deita e rola. Oficiais, acordem! O crime toma conta da nossa cidade. Os criminosos sim, são os nossos inimigos. Recado dado. 

Fonte:  Blog Rádio Corredor