segunda-feira, 2 de abril de 2018

POLICIAL MILITAR É ESFAQUEADA DURANTE ASSALTO EM BRT NO RIO.

Os assaltantes reconheceram a cabo que há uma semana impediu que o mesmo grupo assaltasse outro coletivo Divulgação Prefeitura do Rio

Uma policial Polícia Militar (PM) Mayara Araújo Pereira foi esfaqueada durante tentativa de assalto em um ônibus do BRT que passava por Madureira, bairro da zona norte da cidade. A PM está lotada na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Cruzeiro, também na zona norte. Ela reagiu a um assalto dentro do coletivo na manhã de hoje (31).

Durante o assalto, ela foi rendida por três homens quando o ônibus passava próximo a estação do BRT de Vila Queiroz, tentou reagir e teve luta corporal contra os criminosos, que a esfaquearam duas vezes: no braço e no pescoço.

Os assaltantes reconheceram a cabo que há uma semana impediu que o mesmo grupo assaltasse outro coletivo. Os crimosos fugiram com a mochila da policial levando a farda, o celular, os documentos e a pistola da policial.

A policial foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Irajá e posteriormente transferida para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, zona norte da cidade, onde recebeu os primeiros socorros. Em seguida, foi encaminhada para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, onde aguarda procedimento cirúrgico. Seu quadro clínico é estável e fora de risco. O caso foi registrado na 29º DP(Madureira). 

A cabo Mayara Araújo Pereira é a terceira policial vitima de bandidos nas últimas 24 horas. Na noite de ontem, o cabo Raphael de Oliveira Monteiro, lotado no 41º BPM (Irajá) foi morto com um tiro na cabeça por assaltantes que atiraram contra a viatura em que estava.

Levado inicialmente para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rocha Miranda e depois transferido para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, ele não resistiu e morreu na unidade hospitalar.

O enterro do PM está marcado para as 18h de hoje, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na zona norte da cidade. O Disque-Denúncia está oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil para quem der informações sobre os criminosos. 

Baixada Fluminense

O terceiro caso ocorreu também ontem em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, onde o secretário de Ordem Urbana do município, Marcos Wander Silva de Oliveira, de 42 anos, policial militar reformado foi morto quando estava em seu carro, no bairro de Heliópolis, em Belford Roxo.

Ele foi abordado por criminosos armados e as investigações indicam foi reconhecido como policial militar. Ele estava cedido à prefeitura desde o ano passado. Policiais do Batalhão de Belford Roxo (39º BPM) foram acionados e chegaram a levar a vítima para o Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, onde chegou morto ao local. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) apreendeu um menor que teria participado do assalto. O delegado titular da DHBF, Daniel Rosa, informou que o adolescente, de 17 anos, confessou ter cometido o crime. Ele foi preso quando recebia atendimento médico em hospital da cidade, após se envolver em acidente de automóvel durante a fuga.

Fonte: Agência Brasil

"MEUS PAIS ESTÃO ARRASADOS", DIZ IRMÃO DE MAIS UM POLICIAL MILITAR MORTO NO RIO DE JANEIRO.

Raphael de Oliveira Monteiro, de 30 anos, levou um tiro na cabeça nesta sexta-feira após ser ferido durante patrulhamento nas proximidades do Morro da Pedreira, na Pavuna

Cabo Raphael de Oliveira morreu ao levar um tiro na cabeça durante patrulhamento em Rocha Miranda - Reprodução

Rio - O irmão e alguns amigos do cabo Raphael de Oliveira Monteiro, de 30 anos, estiveram no Instituto Médico Legal (IML), no Centro do Rio, para identificar o corpo do policial militar, na manhã deste sábado.

Raphael morreu ao levar um tiro na cabeça durante patrulhamento na Avenida Martin Luther King, nas proximidades do Morro da Pedreira, na Pavuna, Zona Norte da cidade, na noite desta sexta.

"Os meus pais estão arrasados. Meu irmão amava o que fazia, estava na Polícia Militar há oito anos e estava preocupado com a escalada de morte de policiais no estado. Ele deixou um filho de apenas 3 anos", disse Rômulo Araújo, funcionário público, irmão de Raphael.

Abalado, Rômulo lamentou a morte do irmão e também se mostrou preocupado com a violência. "Não posso falar muito. Moro em comunidade. Mas é complicado. Todo mundo está preocupado com a violência. O Rio de Janeiro do jeito que está...", afirmou. 

"Meu irmão era muito gente boa, curtia muito. Vai fazer muita falta", completou.

O policial militar será velado na capela 3 do cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, a partir das 14h30. O sepultamento está marcado para às 16h deste sábado.

O Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 5 mil para quem oferecer informações que levem a prisão dos acusados de matarem o policial. 

Relembre o caso

O policial militar Raphael de Oliveira Monteiro, de 30 anos, levou um tiro na cabeça e morreu, na noite desta sexta-feira, após ser ferido durante patrulhamento na Avenida Martin Luther King, nas proximidades do Morro da Pedreira, na Pavuna, Zona Norte. De acordo com o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste, para onde o cabo foi levado, Raphael sofreu uma parada cardiorrespiratória. Médicos tentaram reanimá-lo, em vão. A morte foi constatada às 19h20.

O cabo Bruno Marazo também foi atingido no ataque. Ele foi ferido por estilhaços no braço e na mão, e não corre risco de vida. De acordo com a Polícia Militar, os PMs se depararam com bandidos em motocicletas quando foram atacados. A viatura em que eles estavam teve um dos pneus furados pelos tiros e os policiais acabaram baleados e socorridos por uma viatura do 9°BPM (Rocha Miranda) que passava pelo local. Os praças foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Rocha Miranda, mas acabaram transferidos para o Albert Schweitzer.

Raphael era casado e deixa um filho de quatro anos. Com este caso, o número de policiais mortos este ano no estado do Rio chega a 31.

Homenagem a colega morto

No dia 8 de dezembro, Raphael fez uma homenagem para cabo Eduardo Deniz da Silva, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Arará/Mandela, que morreu após ser baleado no peito. Silva estava na Avenida Dom Hélder Câmara, na Zona Norte do Rio, quando foi ferido durante uma tentativa de abordagem.

Na publicação Raphael escreveu: “Foi um grande prazer te conhecer e conviver ao seu lado, meu irmão. Por destino e vontade de Deus você partiu na frente. Em breve estaremos juntos de novo”.

Fonte: O Dia (Rafael Nascimento)

A IMPUNIDADE É O MANTO SOB O QUAL O MAL FLORESCERÁ.


No Rio de Janeiro, no ano passado executaram mais de UMA CENTENA de PMs, este ano e somente nestes três primeiros meses, já somamos TRINTA execuções, isto no Rio de Janeiro, sem esquecer da colega de Santa Catarina, morta em Natal e tantos outros nos demais estados da Federação.

Em país que se respeita, que honra seus Policiais dando-lhes dignidade, onde o governo não os escraviza com LEGISLAÇÕES que ferem de pronto à Carta Magna, tolhendo seus direitos mais elementares, não os fazendo cidadãos, isto não acontece. Quando se mata um Policial num país que se respeita o bandido é caçado à exaustão, capturado, isto quando não se reage, em reagindo, neste caso tomba-se sem dó, pois não se pode pensar em tirar a vida dum homem da lei, dum Agente Público representante do estado, encarregado de manter a ordem.

O que se vê é a banalização do direito ao bem maior, a vida, a vida de Homens e Mulheres PMs que são mortos pelo simples fato de carregarem consigo o empenho, o orgulho e o destemor de serem Policiais num País que não os merece, sem olvidar da vida de outros cidadãos e, quando digo outros cidadãos é minha insistência em fazer-me, PM que sou, também em cidadão.

Precisamos nos unir e ir à luta, nós PMs, nós Policiais, melhor dizendo pois companheiros PCs também foram sacrificados, vítimas dessa violência descomunal, com culpa e dolo dos politicanalhas que resumem nossas vidas à dado estatísticos indecentes, e sem nenhum pudor, na grande maioria dos casos nos comparando à marginais e deixando nossas famílias órfãs e carregando para sempre o estigma de serem parentes de Policiais, se escondendo, quando deveriam viver sob à égide do orgulho explícito , como verificamos noutros países, pois Policiais por lá são considerados e condecorados como devem ser, ou seja Heróis.

Despeço-me deixando o seguinte pensamento para reflexão:

A IMPUNIDADE É O MANTO SOB O QUAL O MAL FLORESCERÁ.

Que Deus nos ilumine...

Artigo do 1º Sgt. CERQUEIRA

CORONEL ROCHA: EU NÃO PRESTO CONTINÊNCIAS AO GOVERNADOR.


O coronel da reserva remunerada da Polícia Militar de Sergipe, Henrique Alves Rocha, fez duras críticas ao governador Jackson Barreto (MDB) ter afirmado que o dinheiro do Proinveste foi usado indevidamente e que “faltou respeito com figuras públicas de nosso estado”.

No final da noite desta quarta-feira (28), coronel Rocha enviou um e-mail à redação, onde faz um desabafo principalmente pela forma como será feita a promoção de dez TCs e ao final deixa um aviso ao governado: ” Senhor Governador, hoje como coronel da reserva (a pedido, pois há muito não acreditava em vossa excelência) gostaria de registrar que não presto a minha continência ao senhor”.

Veja o que diz o coronel:

Não poderia ter sido pior a entrevista do governador nesta quarta-feira (28) ao radialista Douglas Magalhães.

Como se não bastasse a falta de respeito com as figuras públicas de Marcelo Déda e José Eduardo Dutra, ambos falecidos, demonstrou total desconhecimento da administração da polícia militar e das competências constitucionais de um governo estadual na segurança pública.

Foi dito que a transferência de 10 coronéis abruptamente para a reserva remunerada já havia ocorrido em épocas anteriores, e que só por este motivo não teria mais o que falar.

Faltou o governador dizer que alguns destes coronéis não possuem 30 anos de contribuição previdenciária, isso demonstra claramente a falta de compromisso com a recuperação do já capenga sistema previdenciário do estado.

Faltou ser dito também que o interesse nessa transferência antecipada de oficiais de altas patentes da Polícia Militar, tem interesses pouco republicanos, e é de responsabilidade exclusiva do governador do Estado.

O que nos consola, em especial a este coronel que escreve estas linhas, é que existem excelentes quadros dentro de nossa mais que sesquicentenária PM, entre oficiais e praças, que corresponderão aos anseios institucionais e da sociedade sergipana, pois a PM é maior que cada um de seus integrantes.

Outro fato curioso na entrevista do governador é que ele se exclui de qualquer responsabilidade do vergonhoso título de estado mais violento do país, da capital mais violenta do país. Governador a culpa é sua, em última instância, por não promover as políticas públicas necessárias para reduzir o numero de mortes violentas,

a culpa é sua por não melhorar a educação e a saúde de nosso estado,

a culpa pé sua por não promover políticas de combate ao tráfico de drogas.

a culpa é sua por não fazer incluir pouco mais de 150 jovens já formados policiais civis que aguardam suas nomeações, prejudicando a ativação de delegacias no interior do estado, o que facilitaria e muito o trabalho das PC e PM, e aumentaria a segurança dos tão sofridos cidadãos sergipanos.

Espero que antes de sua última continência prestada pela tropa quando de sua saída do governo, o senhor aumente para patamares aceitáveis o valor da alimentação do nosso PM, no mínimo triplicando os insuficientes 8 reais, pagos há mais de 4 anos sem reajustes.

Senhor Governador, hoje como coronel da reserva (a pedido, pois há muito não acreditava em vossa excelência) gostaria de registrar que não presto a minha continência ao senhor.

Henrique Alves da Rocha – Coronel PM, da Reserva Remunerada a pedido.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

MOTOCICLETA DO GETAM É ROUBADA NA CAPITAL.

Imagem ilustrativa

Uma moto do Grupamento Especial Tático de Motos (GETAM) da Polícia Militar de Sergipe foi roubada na noite de quarta-feira (28), na Avenida Tancredo Neves, Zona Oeste de Aracaju (SE).

A informação foi confirmada nesta quinta-feira (29) pelo Relações Públicas da PM, major Marco Carvalho. Ele explicou que a motocicleta era descaracterizada e integrava o Núcleo de Inteligência.

O major disse ainda que o policial tinha saído do trabalho com o veículo e ao chegar e casa percebeu que estava sem a chave, foi quando se deslocou a uma faculdade, localizada na Avenida Tancredo Neves. “Ele informou que desligou a motocicleta, colocou o cadeado e entrou na instituição para pegar a chave de casa com o filho. Dez minutos depois retornou e o veículo não estava mais”, conta.

Quem tiver alguma informação sobre o suspeito e o sobre o veículo pode informar à polícia através dos números 190 e 181.

Fonte: G1 SE