quinta-feira, 1 de setembro de 2016

ASSOCIAÇÕES UNIDAS CONVOCAM A CLASSE MILITAR PARA ASSEMBLÉIA GERAL A SER REALIZADA NO DIA 05 DE SETEMBRO, ÀS 14 HORAS, NA SEDE DA ASSOMISE.


As Associações Unidas convocam os policiais e bombeiros militares da ativa (de folga), reformados e pensionistas, para assembléia geral a ser realizada no dia 05 de setembro do corrente ano, segunda-feira, às 14 horas, na sede da ASSOMISE, situada na Rua Tenente Aragão, nº 50, Bairro Farolândia.

Importante a participação de todos, pois sem luta não há vitória.

"E AÍ, VAI FICAR COM CARA DE PAISAGEM, OU VAI PRA LUTA?"

Matéria do blog Espaço Militar

SARGENTO BM AFIRMA QUE SECRETÁRIO DE SEGURANÇA NÃO CHAMOU OS MILITARES SERGIPANOS DE MERCENÁRIOS.

Pessoal, lamentável a postura de alguns colegas de farda que desvirtuaram a fala do secretário de segurança João Batista, proferida na manhã de hoje no CFAP, afirmando q ele chamou os militares de mercenários. Isso é uma tremenda covardia e jogo sujo. Estava presente na solenidade e não foi dito hora nenhuma pelo secretário q nós militares somos mercenários. Sabemos q existe a turma do contra e da terra arrasada, q faz de tudo pra tumultuar com propósitos políticos. Posso afirmar e tenho como provar q João Batista não fez essa afirmação, até porque é uma pessoa sensata q tem grande respeito pelas instituições q compõem a SSP e q vem desde o início da sua gestão, há cerca de sete meses, lutando por melhorias da classe militar sem discriminar nenhuma instituição de segurança pública. LAMENTÁVEL

Sergio Freire, 2° Sargento do Corpo de Bombeiros e irmão do secretário João Batista. 

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INDISCIPLINA E AQUARTELAMENTO JÁ SÃO REALIDADES NA PMSE.


Após a fala do Comandante Geral hoje, deu-me vontade de falar sobre os tópicos citados pelo então Comandante: Indisciplina e Aquartelamento. As tropas da PMSE e do CBMSE já sofrem com a Indisciplina do Sr governador do estado frente aos descumprimentos das legislações que abrangem as categorias militares: por que deixar de pagar os 3 uniformes por ano aos PMs, não repassar os índices inflacionários aos salários dos servidores militares há 4 períodos anuais (mais de 30% de perda do poder de compra), não reajustar os valores do ticket alimentação, contrariar a lei não regulando a carga horária, descumprir o Programa de Governo estabelecido junto ao TSE durante a campanha eleitoral de 2014 onde previa a continuidade do ajustamento salarial das classes militares, dentre outras aberrações legais, enquadram o governo do estado numa situação de Indisciplina, frente às suas obrigações legais.

Aquartelamento hoje já existe sim, mesmo que de forma legal (a exemplo de um PM que em Propriá apreendeu um carro irregular da Prefeitura e o Comando colocou o praça no serviço interno, aquartelou o cabra) o aquartelamento só não existe de fato e de direito por que os cabos e soldados ainda dão colher de chá para esse governo que nos chama de mercenários. Se todos os policiais militares devolvessem hoje todas as munições que já estão vencidas há mais de 6 meses, se todos os cabos e soldados não costurasse os fundilhos de suas calças velhas e surradas, teríamos já amanhã um aquartelamento em massa, com proporções inimagináveis, e com total previsibilidade legal.

"Mercenários" não são esses homens e mulheres que são o sustentáculo da SSP, que alimentam a democracia, que levam nas costas o resto da segurança pública, que ainda não virou caos justamente por que muitos ainda se importam, mesmo que não valha mais a pena se importar. Infeliz termo usado pelo SSP em tempos de busca da serenidade e resolução dos conflitos criados pelo governo de Sergipe.

"Somos bravos soldados de Sergipe, mas sem riso altaneiro, com dívidas sobre nossos lombos, a fronte está baixa, PTS e Reposição Inflacionária são os nossos ideais".

Continuemos a obedecer todas as ordens de nosso Comandante Geral, dentro das possibilidades legais que nossa profissão exige.

Por Isaías Silva - humilde cidadão sergipano.

Autorizada a reprodução, com citação da origem.

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PMs SERGIPANOS PERMANECEM SEM DIREITOS E LUTO PODERÁ MARCAR 7 DE SETEMBRO.


A solenidade de formatura oficial de militares sergipanos nesta quarta (31) seria marco revolucionário no quesito segurança pública não fosse a decepção da tropa que ansiava por um posicionamento do Governo no sentido do subsídio e do Plano de Cargos e Salários (PTS), reivindicação que tem se arrastado e impactado diretamente no aumento da sensação de insegurança em todo o estado.

Aguardando que houvesse uma proposta concreta que norteasse a categoria, a surpresa ficou para o compromisso futuro de envio à Assembleia Legislativa (Alese) de um projeto, mas nada específico em termos de data, valores, prazos ou forma de pagamento, apenas o ônus para o Secretário de Estado e o comandante geral da PM-SE que, em nome do governador, assumiram a obrigação da convocação dos excedentes da PM. Contudo, permanece incerto o destino dos policiais civis formados que, preparados, são mantidos em casa.

Fontes do portal afirmam que a convocação desta manhã foi uma mera estratégia ante a proximidade do 07 de setembro e consequente necessidade de apresentação da tropa no desfile cívico que é tradição militar, mas que certamente fora um passo curto, vez que a desilusão reforçou a revolta e poderá refletir diretamente na marcha que tende a ter como destaques a ausência do grito de guerra e nenhuma outra característica da clássica galhardia da exibição.

Uma coisa é certa, a incerteza permanece, a insegurança se alastra e os números reafirmam o que a imprensa cobra solução. De um lado militares insatisfeitos, revoltados e engessados ao comportamento moldado pelas regras militaristas. Do outro a população, pagadores de impostos, livres no direito de ir e vir e amarrados em um sistema de falsa democracia em que o sistema é ditatorial.

O civismo desse 07 de setembro está prestes a ser transformado em cortejo fúnebre dos direitos dos sem direitos sergipanos.


Fonte: Itnet (Iane Gois)

COMANDANTE DA PM DIZ QUE NÃO VAI ACEITAR "INDISCIPLINA E AQUARTELAMENTO" E QUE PROJETO DEPENDE DOS TÉCNICOS DA FAZENDA. CONFIRAM O VÍDEO DA ENTREVISTA CONCEDIDA.


Na manhã desta quarta-feira, 31, o secretário de Segurança Pública, João Batista, e os comandantes da Polícia e do Corpo de Bombeiros Militar, respectivamente, coroneis Marcony Cabral e Antônio Dória,. reuniram a tropa no CEFAP, com o objetivo de anunciar o projeto de valorização das carreiras.

Em sua fala, o comandante da PM disse que não vai aceitar "indisciplina e aquartelamento", ressaltando que não houve caso de indisciplina até o momento.

O coronel Marcony também falou sobre os questionamentos que vem recebendo sobre se fica ao lado do governo ou da tropa: "Eu não deixo de apoiar a tropa, mas se um dia ficar contra o governo, entregarei o cargo, porque não é justo ficar no Comando contra quem me nomeou".

Marcony disse que ele, ao lado do comandante do Corpo de Bombeiros e o secretário de Segurança, tem conversado com o governo sobre as reivindicações da tropa: "Quem se expõe somos nós". Alertou que o o projeto "depende dos técnicos da Fazenda".

Ele também disse que "não é verdade que ninguém conhece as propostas, porque o projeto foi discutido com a tropa; fui eu que chamei representantes da tropa para as discussões".

Militares ouvidos por NE Notícias logo após o encontro da manhã desta quarta-feira disseram que as associações promoverão encontro para discutir os novos passos da corporação.

Veja:

Fonte: NE Notícias

Nota do blog: Pelo que se vê, a implementação de um possível projeto aprovado pela ALESE não tem data definida ainda.

Postado por ESPAÇO MILITAR