quinta-feira, 13 de agosto de 2015

POLÍCIA SERGIPANA AINDA NÃO PRENDEU ASSALTANTES DO BANCO DO BRASIL. AMESE SOLICITA FISCALIZAÇÃO NAS LOJAS QUE VENDEM FARDAS.

As investigações estão a cargo do Complexo de Operações (Cope)


A polícia sergipana está em busca de localizar os quatro suspeitos de ter assaltado a agência do Banco do Brasil na manhã da última terça-feira, 11. Segundo informações passada pela assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP), após as primeiras diligências iniciadas pela Polícia Militar ainda no momento da ação criminosa, o Complexo de Operações Especiais (COPE) segue com as investigações, tendo a frente o delegado Jonatas Evangelista.

Fiscalização em lojas

O advogado Márlio Damasceno da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese) conversou com o Portal Infonet na manhã desta quarta-feira, 11, e destacou sobre a fragilidade na venda de fardamento para a corporação militar. 

Márlio Damasceno protocolou um oficio na manhã desta quarta-feira, dia 12, na Curadoria do Controle Externo da Atividade Policial no Ministério Público Estadual (MPE) com o intuito de que seja realizada uma audiência pública para discutir a questão da venda dos fardamentos em lojas e bazares especializados.

No entendimento do advogado, existe uma fragilidade na venda de uniformes a pessoas que não sejam da atividade policial ou Bombeiros Militar. “Na verdade a gente já vem cobrando a um certo tempo essa fiscalização. Protocolamos esse ofício hoje para que o MPE realize uma audiência com essas lojas e para que exerça uma fiscalização em cima disso. Não posso dizer que todas vendem a miguer, mas é fácil sim se comprar um fardamento”, informa.

Ainda de acordo com Márlio, no momento da compra, as lojas deveriam adotar todo um protocolo para saber quem está adquirindo o fardamento. “na hora da venda, deve-se perguntar quem é o policial, anotar o CPF, RG, ele próprio assinar um documento de compra para se ter um controle mais efetivo e para que o fardamento não esteja por aí”, explica.

Relembre o caso

Quatro homens armados adentraram na agência do banco do Brasil situada na avenida Mario Jorge, no bairro Coroa do Meio. Na ação, os suspeitos fizeram duas mulheres reféns que foram deixadas ainda na Coroa do Meio juntamente com dois veículos usado na ação criminosa. Em um deles foi deixado uma pistola e um revolver calibre 38.

Fonte:  Infonet (Aisla Vasconcelos)

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA AFIRMA QUE SOLICITOU À JUSTIÇA, A DECRETAÇÃO DA ILEGALIDADE DA GREVE DOS POLICIAIS CIVIS E DELEGADOS. JÁ JACKSON, DIZ QUE POLICIAIS JÁ GANHAM BEM.


Ao conceder entrevista ao Jornal do Estado, 2ª edição, da TV Atalaia, na noite desta quarta (12), o Secretário de Segurança Pública Mendonça Prado, afirmou que solicitou à justiça, a decretação da ilegalidade da greve dos policiais civis e delegados.

Mendonça afirmou que as reivindicações principais das categorias acima citadas já foram atendidas, como a transferência dos presos das delegacias, além do pagamento do salário que estava em atraso.

Cidade Alerta Sergipe

Já no programa Cidade Alerta Sergipe, em entrevista concedida ao jornalista Gilmar Carvalho, o Governador Jackson Barreto afirmou que o Estado de Sergipe passa por dificuldades, relatando ainda que os policiais civis e militares têm que compreender, já que ganham muito bem.

Fonte:  Espaço Militar

AMESE OFICIA MINISTÉRIO PÚBLICO SOLICITANDO UMA MAIOR FISCALIZAÇÃO NAS LOJAS E BAZARES QUE VENDEM FARDAS DA PMSE E DO CBMSE.

Na manhã desta quarta-feira, dia 12, a AMESE, através do assessor jurídico da entidade, Dr. Márlio Damasceno, oficiou o Ministério Público na pessoa do Dr. João Rodrigues Neto, da Promotoria do Controle Externo da Atividade Policial, solicitando uma maior fiscalização das lojas e bazares que vendem fardas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe.

Tal pleito foi realizado face na última terça-feira, dia 11, um dos meliantes que assaltou o Banco do Brasil da Coroa do Meio, estar usando uma farda da polícia militar, o que teria ludibriado o vigilante da citada agência bancária.

Esta não é a primeira vez que a AMESE cobra uma maior fiscalização e controle para a venda dos fardamentos, face a facilidade de se adquirir tais uniformes.

Na oportunidade foi solicitada uma audiência pública para que o problema pudesse ser discutido e medidas possam ser efetivamente tomadas para um maior controle.

Confiram abaixo o teor do ofício encaminhado:

AMESE CONVIDA POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DA ATIVA E DA RESERVA PARA ASSEMBLÉIA GERAL DA CATEGORIA.


A AMESE (Associação dos Militares do Estado de Sergipe) convida a todos os policiais e bombeiros militares da ativa, que estejam de folga, e da reserva, para comparecerem a assembléia geral da categoria a ser realizada no dia 17 de agosto, às 14 horas, na Escola do Legislativo (antigo prédio da Assembléia Legislativa, próximo ao Tribunal de Justiça).

Na oportunidade debateremos projeto do interesse de toda a tropa.

Compareçam e informem aos demais companheiros.

Venha expressar sua opinião livremente e decidir com toda tropa.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PEC DA DESVINCULAÇÃO DO EXÉRCITO TEM ADMISSIBILIDADE ACEITA PELA CCJ DA CÂMARA




A PEC 56/2015, de autoria do deputado Cabo Sabino (PR-CE), que desvincula as policias militares e os corpos de bombeiros militares do Exército, teve sua admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. O parecer pela admissibilidade foi apresentado pelo relator, deputado Capitão Augusto (PR-SP), e aprovado pela maioria, na reunião de quarta-feira (05/08).

Agora, a PEC poderá tramitar normalmente na Câmara dos Deputados por meio de uma comissão especial que vai analisar o mérito. Se aprovada na Câmara, a PEC segue para o Senado, onde é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça, e depois em Plenário.

A desvinculação das instituições de segurança pública do Exército é uma das prioridades da diretoria da Associação Nacional de Praças (ANASPRA), que, agora, vai acompanhar de perto a tramitação da PEC e lutar para vê-la aprovada.

Prioridades da ANASPRA

Também está em tramitação a PEC-44/2015, que estabelece a jornada de trabalho dos policiais e bombeiros militares de todo o Brasil. No texto proposto pelo parlamentar, é acrescentado um terceiro parágrafo ao artigo 42 da Constituição: "Salvo nos casos de intervenção dos Estados nos municípios e nas hipóteses de decretação de Estado de Defesa ou de Estado de Sítio, a duração do trabalho do policial e do bombeiro militar não poderá ser superior a quarenta horas semanais, facultada a compensação de horários." A direção da ANASPRA defende jornada de trabalho de até 40 horas semanais.

O (1) fim da prisão disciplinar, a (2) instituição do ciclo completo de polícia, a (3) desvinculação do Exército e o (4) estabelecimento de jornada nacional de trabalho fazem parte das seis ações afirmativas da gestão da ANASPRA. O (5) acesso único com terceiro grau às polícias militares e corpos de bombeiros militares e a (6) aprovação da “PEC das Associações”, que estabelece imunidade tributária às associações militares, completam os pontos de reivindicações da ANASPRA.