quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

PMSE EMITE NOTA SOBRE SUPOSTO DESVIO DE COMBUSTÍVEL.


A Polícia Militar de Sergipe (PMSE), observando a repercussão sobre o suposto desvio de combustíveis por parte de integrante da Corporação, causando prejuízo ao erário, vem a público para inicialmente esclarecer que o Comando da Instituição, assim que tomou conhecimento da denúncia, adotou todas as providências legais cabíveis à elucidação dos fatos. Isto ocorreu muito antes que o caso viesse a público. Ressaltamos que não compactuamos com qualquer desvio de comportamento. Além disso, em atenção aos princípios da Administração Pública, principalmente a legalidade, a moralidade, a impessoalidade e a publicidade, faz os seguintes esclarecimentos:

1. Através de investigação procedida pela Delegacia de Defraudações da Polícia Civil, o Comando da PMSE recebeu a denúncia de suposto desvio de combustíveis ainda em meados de 2017, tendo como possíveis envolvidos um policial militar e um frentista de posto credenciado no sistema de controle de abastecimento que serve aos órgãos da Administração Pública;
2. Diante da gravidade da denúncia, o Comandante-Geral, Cel PM Marcony Cabral Santos, imediatamente determinou a abertura de Inquérito Policial Militar (IPM), designando Oficial Superior do último posto (Coronel) para proceder às investigações necessárias à completa elucidação dos fatos, tudo isto materialmente comprovado por despachos, portarias e demais documentos pertinentes;
3. Visando impedir que o suposto ilícito continuasse a ocorrer, o Comandante também ordenou o afastamento do Sargento sob suspeição do setor responsável pelo controle do abastecimento, preservando inclusive as provas que lá pudessem existir;
4. O referido IPM foi concluído em tempo hábil pela Coronel responsável, sendo os autos enviados à Corregedoria da Polícia Militar, como de praxe;
5. O então Corregedor, o Cel PM Gravatá, entendendo que as investigações deveriam ser aprofundadas, determinou a realização de novas diligências, no que foi plenamente atendido, conforme a legislação vigente;
6. Cumpridas todas as formalidades da investigação, inclusive das diligências demandadas pelo Corregedor, os autos foram remetidos para conhecimento e decisão do Comandante-Geral que, homologando o parecer da encarregada, concordou haver indícios de crime de natureza militar, determinando em despacho que todo o apurado fosse enviado à Justiça Militar – 6ª Vara Criminal;
7. Tudo que foi investigado já se encontra à disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário, para as providências pertinentes, sendo legalmente competentes para solicitar quaisquer diligências adicionais, inclusive determinar prisões, caso entenda necessário;
8. O montante que teria sido desviado ainda não foi quantificado, sendo objeto de auditoria, o que demostra ser meramente especulativo o exorbitante valor informado em matéria jornalística.

A Polícia Militar de Sergipe lamenta profundamente esse episódio e reafirma seu compromisso com a sociedade sergipana. A instituição jamais permitirá que ações desabonadoras de conduta se estabeleçam em seus quadros. A Corporação é composta por homens e mulheres de caráter, boa fé e conduta ilibada, características próprias aos cidadãos de boa índole, que jamais compactuariam com atos desta natureza.

Quartel do Comando Geral em Aracaju, 23 de janeiro de 2018.

MULHERES SÃO PRESAS AO TENTAR ENTRAR COM CELULAR NO PREMABAS.


Duas mulheres foram presas na tarde da terça-feira, 23, tentando entrar no Presídio Regional Manoel Barbosa de Souza (Premabas), em Tobias Barreto, com três telefones celulares, chips e fones de ouvido escondidos em um aparelho de televisão e em uma caixa de som. Todas as duas perderam o direito de visitar os internos.

Ana Paula Santos de Souza, 26, e Maria Solidade de Matos Silva, 42, foram presas em flagrante e encaminhadas para a delegacia da cidade. Ana Paula iria visitar o companheiro, Walis Pereira da Silva, condenado por tráfico de drogas e assaltos. Maria Solidade iria visitar o irmão, Edjenal da Silva Ribeiro, condenado por tráfico de drogas e homicídio.

Por Antonio Carlos Garcia

Foto assessoria

Fonte: Faxaju

SSP ESCLARECE DENÚNCIA SOBRE FRAUDES NO USO DE CARTÃO PARA ABASTECIMENTOS DE VIATURAS.

NOTA DA SSP

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) explica que sobre as informações referentes a fraudes na utilização de cartão para abastecimento de viaturas da Polícia Militar, por ordem do próprio comandante geral da Corporação, coronel Marcony Cabral, foi instaurado um inquérito policial militar para apurar as graves denúncias que haviam chegado ao seu conhecimento através de informações enviadas pela Polícia Civil, que também conduziu uma investigação paralela sobre o fato. 

Além de determinar imediatamente o início das investigações, que foram conduzidas por uma oficial superior do último posto, o Comandante-Geral também mandou afastar o militar suspeito do Centro de Suprimento e Manutenção (CSM) da PMSE, setor responsável pelo controle do abastecimento no âmbito da Instituição. 

Após a conclusão do Inquérito Policial Militar, com o indiciamento de um sargento que trabalhava no CSM e da frentista de um dos postos onde foram feitos os abastecimentos fraudulentos, além da realização de todas as diligências solicitadas pela Corregedoria Geral da PMSE, os autos do procedimento apuratório foram enviados à Justiça Militar. 

Vale ressaltar que, diante da gravidade dos fatos, o Comando-Geral da PMSE adotou incontinente todas as medidas necessárias à imediata contenção do ilícito e rigorosa apuração das responsabilidades, encaminhando o resultado das investigações à Justiça Militar.

Frise-se ainda que o então Corregedor, responsável pela edição do documento que chegou ao conhecimento da imprensa, atualmente chefia a Central de Inquéritos da PMSE, seção recentemente criada pelo Comando para coordenar e controlar a elaboração de todos os inquéritos realizados no âmbito da Corporação.

Também é necessário frisar que a investigação ainda não pode precisar o montante que teria sido desviado, vez que um valor exorbitante foi especulado pela imprensa. Para se ter ideia de quão exagerado foi esse valor, a despesa mensal com combustíveis de toda a PMSE não ultrapassa os 540 mil reais.

As instituições de Segurança Pública sergipanas reafirmam o compromisso de seguir todos os princípios norteadores da administração pública, principalmente a legalidade, a moralidade, a impessoalidade e a publicidade, de maneira que jamais permitirá que ações desabonadoras frutifiquem dentro de seus quadros. O envolvido neste lamentável episódio isolado terá obviamente o direito constitucional à ampla defesa e ao contraditório no âmbito da Justiça Militar, onde deve ser processado. A PMSE é composta por homens e mulheres de boa índole e fé, que jamais compactuariam com atos desta natureza.

Fonte: NE Notícias

"QUE TIRO FOI ESSE" - NÃO É A MÚSICA, É O ANÚNCIO DO PAGAMENTO PELO ESTADO DA SEGUNDA PARCELA DO SALÁRIO DE DEZEMBRO, 30 DIAS APÓS.


Arte do chargista Clécio Barroso, sendo permitida a sua reprodução sem alterações.

FAXAJU: SUPOSTO DESVIO DE COMBUSTÍVEIS CAUSA PREJUÍZO DE MAIS DE R$ 1 MILHÃO À PMSE.


Um suposto desvio de combustíveis da Polícia Militar de Sergipe pode ter causado um prejuízo de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos

Um documento sobre um Inquérito Policial Militar (IPM) que foi datado do dia 11 de dezembro de 2017, aponta para possíveis desvios de combustíveis da frota da PM através de Cartões da Rede Vale Card.

O inquérito foi iniciado pela corregedor da Policia Militar, que conseguiu detectar fraude no abastecimento, quando segundo o IPM, o cartão era usado para debitar o valor do combustível que deveria abastecer a viatura, só que isso não acontecia e o valor do suposto abastecimento era repassado para dois PMs.

O Inquérito diz que o caso foi descoberto através de denuncia apócrifa que foi feito à Polícia Civil e que logo em seguida foi aberto um procedimento pela Corregedoria da Polícia Militar que até onde foi levantado, aponta para a fraude.

Segundo o documento com depoimento da frentista que terá seu nome preservado, já que ela alega que recebeu ameaças, ela recebia os cartões de um policial e com a ajuda de uma colega simulava os abastecimentos. Ainda segundo ela, o esquema também era realizado em outros postos.

A denunciante contou que o militar trabalhava no setor que cuida dos abastecimentos das viaturas e que entregava para ela (frentista) de cinco a dez cartões onde de posse dos nomes dos militares, senhas, prefixos de carros e quilometragem era possível fazer a simulação dos abastecimentos para em seguida devolver o dinheiro àquele autor ou mentor da fraude.

O que chamou a atenção durante o levantamento foi o fato de existir o cartão “coringa” que poderia abastecer qualquer viatura, a qualquer hora e sem limite de quantidade de litros de combustível, porém esse cartão acabou sofrendo uma mudanças, logo que teve inicio as investigações que acabaram sendo interrompidas e segundo o relatório “houve mudança do sistema informatizado em data simultânea às investigações da PC/SE; a transferência do militar indiciado e a liberação de outro militar para estudar no exterior”.

Mais além, o relatório informa que “a encarregada se focou em depoimentos de funcionários policiais militares lotados no órgão vinculada a 4ª seção do Estado Maior, órgão responsável pelos abastecimentos, principalmente com foco em viaturas informadas como suspeitas com cadastro irregular junto ao Detran”.

Consta também no relatório que “não aprofundou as provas encaminhadas pela polícia civil, nem produziu outras por conta própria. Ficou na oitiva de militares somente”.

A final a Corregedoria diz que “verificou-se que a denuncia tinha riquezas de detalhes que poderia ajudar a aprofundar as investigações, mas não se sabe porque isso acabou não ocorrendo.

O relatório diz ainda que “a senhora (que o site preservou o nome) mudou o depoimento quando chamada para depor no IPM Nº 45. Pode ter ocorrido ameaças à principal fonte de informações”.

O relatório é concluído e assinado pelo coronel que encerrou dizendo que o caso foi encaminhado a juíza militar da 6ª Vara Criminal, ao Promotor Militar, ao Secretário de Estado da Segurança Pública e a OAB. O coronel encerra escrevendo que “o comandante geral da PM/SE precisa explicar os motivos dessa intervenção em trabalho que tinha tudo para desbaratar fraudes dentro da caserna”, conclui o coronel.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage) - clique aqui e confira a matéria original